A impressão voltando da Capital Federal

{arquivo}BRASILIA – A primeira das constatações é de que o Governo e sua base aliada passarão por um período de enfrentamento surdo mas na proporção que retrata a força de setores localizados como do PMDB produzirá ajustes na Política e na Comunicação de Dilma Rousseff capaz de melhorar consideravelmente sua performance dentro e fora do Governo.

Neste complexo mundo de interesses inconfessáveis temos ainda que inserir a Paraiba velha de Guerra onde na presente conjuntura o governador Ricardo Coutinho anda de melé solto diante da resistência de Veneziano Vital muito aquém da ameaça que, por exemplo, poderá advir de uma possível candidatura de Cássio ou outrem.

Mas, antes de chegar em solo pátrio tabajara, vamos encarar embates muito fortes a partir da próxima semana entre PT e PSDB. Os petistas, melhor dizendo, a bancada na Câmara Federal vai apresentar o pedido de CPI dos Metros já apelidado por Luiz Couto de TREMSALÃO para investigar denuncias de desvios de verbas em licitações em São Paulo e Brasilia para bancar os Tucanos há vinte anos, segundo a denuncia.

Em meio a este conflito anunciado, ainda deverá desembarcar numa das comissões outro pedido de CPI para investigar a ação do Governo Americano, como denunciado mundialmente, indicando falhas graves de desvendamento da vida dos brasileiros, cuja Comissão ainda vai dar muito o que falar podendo até azedar as relações entre os dois Países.

Mas, o que vai pegar mesmo na terça-feira em diante é o Orçamento Impositivo comandado pelo PMDB nas duas casas devendo redundar em muitos enfrentamentos porque o Governo tudo fará para impedir o que Henrique Alves planeja e executa com apoio de muitos parlamentares.

Este enfrentamento vai gerar rearrumação no relacionamento do PMDB com a Dilma, melhor dizendo, da presidenta com o PMDB.

NO CASO DA PARAIBA, CONJUNTURA INCONCLUSA

{arquivo}A dados de hoje, a pré-campanha mostra o governador animado com o enfrentamento direto com Veneziano. Ricardo monitora todos os passos da oposição e acha que, tomando por base discurso e promessas dos adversários, nenhum dos que agora se apresentaram têm domínio e moral para derrotá-lo.

Objetivamente, ele vê Vené como uma adversário cheio de problemas para ter de responder na Justiça e perante o eleitorado do estado em face de seu tempo na Prefeitura de Campina considerado desastroso por RC e aliados.

As outras hipóteses – Luciano Agra, Aguinaldo Ribeiro, etc – não assustam nenhum pouco o governador, mesmo enfrentando forte resistência da classe política.

AGORA, SE CÁSSIO...

Ricardo também se prepara para esta hipótese. Na prática, ele trabalha mesmo é para manter a aliança com o senador do PSDB, entretanto, cada vez mais cresce os indicativos de que Cássio será candidato.

Nesta quinta-feira, por exemplo, conversei com um Peso Pesado do P`SDB Nacional, que me disse com todas as letras: “Temos ele como candidato muito importante”.

Depois eu conto o resto.

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“Adeus Brasilia/ vou pra outra cidade…”

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