{arquivo}Embora as partes não declarem publicamente, mas já são muitos os atores privilegiados do PT e do PMDB, inclusive do Governo Dilma Rousseff, admitindo que a crise de relacionamento gerada a partir da postura da base pemedebista no Congresso Nacional diante das propostas enviadas pelo Executivo já causam altas preocupações e até projeções de distanciamento político podendo afetar a Sucessão na dobradinha Dilma – Temmer.
O presidente da Câmara Eduardo Henrique Alves e o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, têm gerado muita insatisfação no Governo Dilma e, por tabela, no Partido dos Trabalhadores e seus aliados no Congresso Nacional chegando a gerar entendimento de que desta forma a aliança entre PT – PMDB anda por um fio.
O quadro é tão delicado que lideres dos dois partidos foram convocados às pressas no fim-de-semana para reuniões de avaliações distintas, devendo desabrochar a partir desta terça-feira em enfrentamento entre petistas, pemedebistas, diante da pauta puxada e anunciada por Henrique Alves para reunião de instalação do grupo de trabalho que vai cuidar da Reforma Política.
PT e PMDB, leia-se o Governo Dilma e a representação pemedebista no Congresso, não se entendem mais como antes e isto tem gerado muitas projeções, até mesmo de novo nome para compor a chapa de futuro, em 2014, na base aliada.

