“DIGA-ME COM QUEM ANDAS E TE DIREI QUEM ÈS”

Ninguém pode viver isolado. Vivemos nos comunicando com outros na convivência social. Nessa interação se estabelece a escolha das amizades. São nossas companhias mais freqüentes aquelas com quem trocamos confidências e conselhos, compartilhamos alegrias e tristezas, construímos um elo de confiança e de afeição. E, inconscientemente, as tomamos como referência em muita coisa que fazemos na vida.

É muito grande a influência dessas companhias na definição de nossa identidade. Podemos ser influenciados de forma positiva, mas também negativamente. Nossos valores, idéias, opiniões e atitudes, passam a ser muitas vezes, resultantes dessas companhias.

A preocupação com a seletividade das pessoas com quem devemos nos acompanhar vem de priscas eras. Na Bíblia encontramos em Provérbios 13.20 “Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mal”. Então esse ensinamento proclamado no provérbio popular tem origem antiga.

Por conta disso, é muito natural que os pais fiquem atentos em identificar os amigos dos filhos adolescentes. Conhecê-los é a melhor alternativa para minimizar influências negativas na formação da personalidade deles.
A sociedade costuma qualificar as pessoas por suas companhias, como bem classifica o ditado popular. “Diga-me com quem andas e te direi quem és” expressa uma verdade bem constatada na observação qualitativa dos indivíduos.

• Integra a coletânea de textos que intitulei “REFLETINDO A SABEDORIA POPULAR (ditados e provérbios).

 

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