A realidade do Brasil, a Guerra da Comunicação e a sanha anti-PT/Dirceu

{arquivo}O desempenho sócio – econômico do Brasil nos últimos tempos produzindo as mais significativas reformas de inclusão social melhorando a qualidade de vida dos brasileiros em meio a uma forma contemporânea (e bem resolvida ) de retomada das linhas básicas de desenvolvimentos no País com repercussões na redução das desigualdades – vide performance do Nordeste – e em vários outros aspectos da Cidadania , se embate ultimamente com os efeitos da crise internacional a exigir medidas enérgicas do Governo Dilma para manter o “status quo” impedindo a volta da inflação, em meio a uma estratégia continuada de “construir” clima de grave problema econômico sem que exista de fato na proporção politica explorada por setores da Midia Nacional.

Esta questão é tão séria e fundamental que urge haver a necessidade de entendermos a “Guerra” da informação promovida e manipulada por setores da Grande Mídia interferindo, em nome dos agrupamentos partidários de Oposição, no humor do mercado e do inconsciente da Elite brasileira querendo a todo custo criar uma “onda” de desmoronamento do Governo Dilma e ainda o sentimento anti PT, como sempre em nome do mais forte formulador conceitual do partido, o ex-ministro José Dirceu, sem dúvidas da América Latina.

A capa da nova edição da Revista VEJA traduz a essência da estratégia internacional semeada a partir de elementos do próprio Brasil como a querer induzir no inconsciente coletivo do PaÍs, sem consegui-lo conforme revelam dados de pesquisas, na relação com o Governo Dilma mas que, na síntese, repito, tenta-se e se volta mesmo é contra a Era PT advinda com o Governo Lula e consolidada com a atual presidenta.

Como foi dito, neste contexto de pragmatismo político – internacional, veículos conservadores do Pais não esquecem dos mais qualificados estrategistas do mundo socialista à lá PT – de alguma forma poupando ou não Lula vez em quando, mas buscando “matar” a todo custo política e conceitualmente a importância de figuras como Zé Dirceu, antes também Antonio Paloci, pois com estes em plena atividade muitas das crises ora em curso no Governo Dilma certamente estariam debeladas com Política negociada em nível elevado e de resultados.

Mais do que querer interferir na nova fase de julgamento do Mensalão, onde novos atores se apresentam com perfis distintos da cumplicidade político – jurídica à Direita dos ministros Carlos Ayres de Brito (contraditoriamente nomeado pelo PT via indicação de Marcelo Deda) e Peluzo encampando teses sem respaldo em elemento básicos do Direito Internacional provido a partir da indispensável necessidade de se ter provas para condenações, as novas estratégias querem mesmo é ver o País em crise profunda, quem sabe assim podendo criar caminhos do “messianismo” das novas caras da Política, mesmo com métodos atrasados.

DILMA, A REAÇÃO E O MEDO DA COMUNICAÇÃO

Não fosse a realidade econômica brasileira mais forte do que os agouros e os estrategistas do caos, certamente que poderia – se dizer que o Governo Dilma estaria em dificuldades, mas a realidade mostra que ela tem sabido reagir com medidas eficazes de combate à possibilidade de retorno à inflação mantendo o País em condição equilibrada e de prumo em meios à crise internacional.

Entretanto, a Comunicação do Governo Federal perde feio em não saber lhe dar e se impor diante das necroses de conteúdo estratégico e de comerciais da Grande Mídia. Mais do que isso, ao sinalizar privilegiar somente aspectos somente técnicos nas Políticas Publicitárias no mercado nacional – o segundo maior alvo dos grandes veículos, o Governo age sem o conceito Republicano e Nacional sem ainda encarar e estabelecer a indispensável expansão do bolo publicitário em todo Pais para não ser basicamente uma estrutura para atender o Centro Sul.

Se é assim, a estrutura de Dilma ressurgiu sem interlocutores da dimensão de Luiz Gushiken e Franklin Martins até porque a Ministra Helena Chagas se arrepia de receios para tratar destas questões e, em sendo assim, se consumam medos governamentais ou acordos desproporcionais para estabelecer critérios mais avançados na relação Cliente/Veiculos e também de partilha comercial, além de, no conceito, criar espaços do contraditório esquecido e abandonado pelos veículos no trato com o Governo.

O CASO ZÉ DIRCEU PASSOU DA PARANÓIA

{arquivo}Todos os bem preparados representantes da Elite brasileira brotada em sentimento anti – PT sabe de cor e salteado que acertaram o alvo quando “construíram” as condições conspiratórias envolvendo representantes de partidos e, posteriormente, da Justiça brasileira alijando de forma desumana e reacionária a possibilidade do ex-Ministro da Casa Civil se manter em plena forma e desempenho político porque, Presidente da República como teria sido sem a existência do Mensalão, o Brasil, a América Sul e os continentes desprezados pelos Poderosos do Mundo, a exemplo da África, passariam a ter uma agenda sócio – econômico muito mais reformista do que podem imaginar os atores do anti-petismo.

A Capa da revista de agora dando sequência à estratégia de tentar execrar a imagem e vida de Zé Dirceu é mais do que absurdo conceitual desprovido de argumentos em favor da livre manifestação, além do mais abriga uma paranóia desmedida sem nenhuma reação que possa acatar o contraditório da pessoa atacada de forma vil e, mais uma vez, sem nenhuma prova consistente, a não ser pelo desejo de “matá-lo” politicamente pela importância que exerce no contexto de Brasil e América do Sul no plano contemporâneo.

Como se vê, setores da Grande Mídia não perdoam a inteligência e coragem de Zé Dirceu de defender e peitar essa estrutura defendendo abertamente a Regulação dos Meios de Comunicação no Brasil, algo que enquanto não existir estará sendo instrumento de Ditadura conceitual da Imprensa sobre a imperiosa necessidade de Democratização dos Meios e garantia do Direitos Básicos do cidadão, algo que muitos desrespeitam sob o consentimento silencioso da Justiça.

Em síntese, para outra banda expressiva democrática do Brasil, Zé Dirceu é o avesso do avesso, do avesso dito pela VEJA. E isto só a história, no seu tempo fatal, haverá de consolidar distante da cultura Golpista de plantão.

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