Os últimos movimentos produzidos nos bastidores em torno do Governo Municipal com informações crescentes de criticas veladas ao prefeito Luciano Cartaxo por parte do vice Nonato Bandeira e do Secretário de Infraestrutura, Ronaldo Guerra, só fizeram aumentar o tamanho e/ou volume de esquentamento entre o significado do prefeito Luciano Cartaxo e o acervo de Luciano Agra podendo resultar em rompimento – isto se não houve disposição de recuo por parte de secundários inflamados das partes.
A decisão de Agra de ir para o PEN causou insatisfação no PT e em setores do Governo Luciano Cartaxo, pois esperavam vê-lo candidato petista em 2014, mas nada disso foi mais instigante mesmo – mais do que a combinação anterior do ex-prefeito de comunicar a filiação primeira ao senador Cássio, como se deu com o vazamento de criticas de Nonato.
Se reparar bem, os últimos tempos foram tomados de inabilidades a partir de um fato determinante: a crise e ódio gerados pela ex-secretaria de Saúde, Roseana Meira, por não ter sido mantida no cargo conseguindo levar Agra – nem podia diante de tantas reações contrarias – e outros ao confronto mudo com o iniciado Governo Cartaxo, mesmo o acervo passado dispondo ao todo de mais de 1/3 das secretarias e cargos.
Faltou diálogo, mais do que isso engenharia política para construir a superação porque os intermediadores foram insuficientes diante da instigação de descontentes por não se manterem mandando no Governo municipal da forma que mandavam e nem podiam mais, exceto com acordos consentidos e construídos consensualmente.
O fato é que chegando ao sexto mês de mandato, os ânimos começam a se acirrar de tal forma que já há o entendimento em curso que, quem continuar estimulando a discórdia e a intriga, vai precisar deixar o Governo, mesmo Nonato porque este tem mandato de Vice.
O certo é que, Agra/Nonato resolveram assumir Roseana cegamente e com ela se distanciam cada vez mais de Luciano Cartaxo – este fazendo de tudo para ter o ex-prefeito próximo, tanto quanto Nonato, mesmo assim tem vingado mesmo é outro projeto típico da jogada burra, onde os em evidencia são os insufladores que só vivem da crise e da desgraça alheia.
Ou os lideres maiores atentam, sentam para valer e assumem um novo pacto ou é questão de dias o rompimento entre eles. Aliás, tem razão Luciano Cartaxo em não admitir que se instale no Governo a cultura de patotas e de feudos como se tenta ferindo de morte a unidade administrativa e política. Pacto é outra coisa.
Está nas mãos de Agra o veredicto final, embora seja Cartaxo o maior condutor das ações, inclusive subseqüentes.
Quem viver, verá.
O ÙLTIMO LIVRO DE JULIO
Antes de entrar em processo de cirurgias e terapias, via rádio e químio, para enfrentar câncer no pulmão e metastases, o superintendente do SEBRAE/PB, Júlio Rafael, tomou a iniciativa de adquirir o livro “O Império do Câncer”, em São Paulo, para leitura via e-book, que acabou não acontecendo por inteiro, como costumava fazer nos livros físicos comprados.
No apartamento do Hospital Sírio Libanês, ele ainda pontuou o interesse em identificar o nome de cada um dos profissionais de saúde que chegava para lhe atender em face do alto grau de relacionamento das equipes com ele, como é comum nos pacientes.
Na TV, o último programa visto foi um dos “Encontro”, de Fátima Bernandes, quando mudou o cenário e utilizou cadeira de pano com as bonecas de Esperança. Imediatamente pediu para que informassem à Secretaria de Comunicação, Estela Izabel, para dar ampla divulgação.
ÚLTIMA
“Juizo foi feito para se usar.,..”

