{arquivo}BRASILIA – Ressoou com certa surpresa o anuncio nesta quinta – feira da filiação do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, no PEN liderado no Estado pelo presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ricardo Marcelo.
De cara, como impacto, poderá ser dito com todas as letras que Agra não quis correr riscos e amarras no Partido dos Trabalhadores diante de variações possíveis em face da conjuntura presidencial interferindo na Paraíba passando assim a ser nome disponível para uma composição futuro do PEN, inclusive em cargo majoritário – o que, em sendo assim, insere o partido na mesa principal das discussões do próximo ano.
Tem mais: pesou em torno dele a influência hermenêutica e transcendental do vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira, que, sem dúvidas, exerce forte papel junto a Agra e aliados, por isso pode até abrigá-lo mais na frente como forma de proteger os “agristas” nas relações de futuro político no Estado.
Ao fazer a opção, Agra ganha e perde como a condição de candidato ao Governo pelo PT pois, como ouvi no inicio desta semana em longa semana do ex-ministro José Dirceu, o Diretorio Nacional e Lula iam investir forte na sua candidatura, algo que deixa de existir a partir de agora.
O fato é que o ex-prefeito passa a ser uma alternativa, cuja definição só se dará mais na frente podendo ser em várias posições a depender da conjuntura e da e$trutura disponível aos futuros embates.
Quem viver, verá. Mas algo é imprescindível dizer: longe dos mimos e abrigo do governador Ricardo Coutinho. Ao contrário, bem distante.
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“Quem é vivo/ aparece…”
