{arquivo}Logo cedo, São Paulo, Brasília e de João Pessoa nos chegam diversas reflexões a partir da Coluna editada deste domingo quando abordamos os Cem dias do Governo Luciano Cartaxo, por dados que haveremos de encarar numa boa, sem medo de ser feliz, porque traduzem lucidez de leitores da Coluna/Blog que nunca podemos deixar de levar em conta.
As abordagens dizem respeito primeiro à Nota de 7,5. “Como você dá uma nota dessa, se não há nenhuma análise negativa do prefeito. Ele , com base em sua avaliação, bem merece de 8 para cima – 9 seria a nota adequada”.
No conceito da Coluna, segundo os internautas danados de exigentes, a avaliação está pertinente mas precisa envolver outros valores. Dizem eles:
– Ora, o maior dos valores apresentados por ele está na conduta política de reinserir na pauta e na postura forma de trata decentemente os diversos setores representativos com a condição de um líder de diálogo – observou.
E danou-se a dizer: “há que se fazer justiça ao processo continuado da gestão porque não dá para ignorar a fase de Luciano Agra, cujo desempenho permitiu que Luciano Cartaxo tenha entregue obras e serviços logo nos primeiros dias”.
Acrescentam: “no âmbito da política ainda o fato mencionado por você de que se trata do único prefeito petista é outra condição especial que está e vai contribuir muito para o êxito da gestão de Cartaxo porque não se faz nada sem recursos, portanto, apoio do Governo Federal, como se deu no Governo de Pernambuco”.
Por fim, danados de zangados, disseram: “a sua análise sobre a preparação do futuro com planejamento e obtenção de investimentos do BID prova que o prefeito anda muito acima da média portanto para você ser mais justo, a Nota deveria varia entre 8,5 e 9”.
Bom, como não sou dono da verdade e, como democrata que sou aprendendo nas adversidades desde os primeiros dias de Departamento de Artes e Comunicação da UFPB passando pelo comando dos principais jornais, entidades, etc do Estado e muitos outros fora daqui, eis que acabo abrigando e acatando a justa observação de quem melhor entende de tudo, o leitor.
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“Cochilou/ o cachimbo cai…”

