O Papel transformador de Rômulo Polari

{arquivo}A nova equipe da Prefeitura Municipal de João Pessoa liderada pelo prefeito Luciano Cartaxo induz a compreensão de tratar-se de agrupamento que reúne a tecnocracia e a política em si como referência de montagem e compromisso. No centro dessa gestão encontra-se o professor de Economia, Rômulo Polari, escolhido a dedo por Cartaxo, para promover uma reengenharia nas Políticas Públicas em várias frentes combinada com a necessidade premente de atacar problemas urgentes, como a fome e miséria ainda registrando-se , focando na busca de implantação do desenvolvimento sócio – econômica da Capital do Estado atraindo capital e valores da iniciativa privada externos à Fonte 00 da PMJP.

Polari é um profundo conhecedor das nuances econômicas do Estado, desde quando se aprofundou em estudos continuados sobre o processo histórico de nossas vocações, portanto, dispõe de conhecimento suficiente para alinhar as propostas existentes sob a batuta do prefeito Luciano Cartaxo, já dando sinais reais de muita disposição de trabalho inovador.

Autor de um dos mais importantes livros sobre a fase econômica da Paraiba, de 1960 até nossos dias – “A Paraiba que Podemos Ser – da critica à ação contra o atraso”, Polari empresta ao projeto petista de Cartaxo a experiência do mais operoso Reitor da Universidade Federal da Paraiba das últimas décadas combinando projetos e realização prática duplicando a estrutura física da instituição – e, olhem, que mesmo perdendo a parte estrutural de Campina Grande com a criação da UFCG.

É dentro deste conceito de conhecimento e prática que quem conversa com ele, como é nosso caso, fica impressionado com o domínio conceitual que ele desenvolve sobre as diversas áreas de Governo sempre buscando a inovação proposta pelo prefeito sem descuidar-se das funções básicas para atender os compromissos de campanha e, sobretudo, os interesses da sociedade pessoense nos vários níveis.

Se é assim, logo logo Cartaxo deverá anunciar projetos impactantes em elaboração pela equipe de Governo e coordenação de Polari devendo afetar, por exemplo, áreas como do Centro Histórico reavivando a economia e habitação do local, antiga reivindicação do setor comercial e privado da cidade.

É de gente e de projetos assim que, em se efetivando, vamos poder dar um salto de qualidade a partir do que se fez na gestão Ricardo Coutinho, Luciano Agra – este em 2,5 anos fazendo mais do que seu antecessor, segundo estudos e dados -, agora com a nova missão de Cartaxo.

AGRESSÃO DESNECESSÁRIA

Andaram espalhando informações sobre a gestão Polari na UFPB inteiramente distantes da verdade existente, posto que mais pareceu ser fruto de maldade de quem repassou os dados .

É o seguinte: a comprovação do desvio de mais de R$ 2,5 milhões da Fundação José América, da UFPB, foi fruto de investigação a partir de iniciativa do ex-reitor ao identificar o problema levando-o a acionar Policia Federal, AGU, TCU, portanto, todas as providencias foram tomadas.

No caso de permuta de um terreno em Solânea, cujo processo se deu exclusivamente para acomodar 80 familias invasora de área pertencente ao Campus de Bananeiras – evitando um drama social, todos os procedimentos foram avalizados pela AGU, Procuradoria e Justiça Federal, ou seja, inexiste dolo ou qualquer irregularidade.

De fato chateia lhe dar com má fé política, mas o professor Polari durma em paz porque seu conceito na sociedade é de um homem capaz, honesto e realizador.

ÚLTIMA

“Cada um dá o que tem…”

 

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