Perdoe – me todos quanto exigem renovação mais rápida da Coluna, mas não é fácil admitir que o volume de responsabilidades acabam me fazendo múltiplo, como aconteceu nos últimos dois dias em Natal, exigindo mais do que acumular informações e editá-las.
Faz parte da vida empreendedora de quem para sobreviver precisa buscar as condições fora de sua aldeia. Não reclamo, por fazer parte do show, mas motiva a criação de vida econômica e inteligente fora do berço primeiro.
Pois bem, chego de Natal (RN) motivado ao mesmo tempo impressionado com o volume dos negócios, por exemplo, na Propaganda como um todo reunindo agências de publicidade e veículos de comunicação movimentando algo em torno de R$ 220 milhões ao ano.
Não significa muito volume, não, se comparado com mercados do porte de Recife para cima envolvendo até o Sudeste (este sim, dono da grnade verba), entretanto, se comparado à Paraiba de fato os norte-riograndenses estão muito além do nosso tamanho mercadológico.
É preciso admitir que os Governos também têm influencia no volume do bolo agora narrado, mas a iniciativa privada parece bem mais animado para investimentos continuados de que o caso paraibano, como sempre na dependência quase total dos recursos públicos.
O fato é que, também na propaganda, o Rio Grande do Norte tomou o lugar que já foi da Paraíba, isso quando a crise política entre as lideranças estaduais não motivavam o retrocesso das relações e dos projetos.
Sim, já já trato das questões politicas!
