{arquivo}O desempenho econômico da Paraiba, especialmente o industrial – mesmo o sem chaminés (turismo), precisa fundamentalmente da ação bem resolvida das instâncias ambientais para que haja desenvolvimento sustentável na exata concepção real da palavra, que é garantir geração de emprego e renda com respeito ao meio ambiente.
Não há mais como não manter este grau de cultura ambiental. É fundamental no bairro da Torre, no Japão ou em Nova York.
Independentemente de conceitos, há uma nova gestão do segmento a partir da Sudema a merecer análise honesta depois que a arquiteta, professora universitária e ambientalista Rossana Honorato assumiu o cargo.
Por promover novo conceito de gestão mudando, inclusive, a lógica de distribuição de tarefas e até de pessoal, ela tem enfrentado a cara feita e descontentamento por inserir lógica ambiental dentro de parâmetros conceituais bem resolvidos.
Ela,outro diz, nos revelou: “improcede que haja atraso na cessão de licenciamentos porque já conseguimos atingir uma média de 3,3 licenças noscem primeiros dias, como resultante de alto empenho e controle da situação visando a celeridade do prazo de trâmite de requerimentos de licenças”.E adicionou: “Na atualidade, a média é muito mais alta”.
Rossana justifica: “pegamos uma alta demanda no banco de espera e posso enviar-lhe uma base de dados sobre os números dos primeiros dias de governo com a quantidade de licenças emitidas de 2010 para trás e quantas emitidas de protocolos de 2010 para provar que há celeridade”.
Conceitualmente, ela define a orientação do governador:
– A recomendação do governo é a que estejamos atentos: desenvolvimento econômico com equilíbrio ambiental e é o que nos guia a todo instante. Nossa equipe é pequena e ainda desfalcada em algumas habilidade técnicas. Por exemplo, a Sudema carece em seus quadros de engenheiros civis. Estamos buscando no quadro do própio estado
E explicou a mudança do quadro técnico de assessores:
– A mudança quase geral do quadro de assessores de comando foi necessária e urgente! Não podemos atuar em caixinhas fechadas e prezar o controle de qualidade e a transparencia dos atos. Há muitos servidores públicos – e isso não é característica da Sudema – que não consegue compreender infelizmente o q significa ser servidor público.
Para ela, “o maior problema encontrado foi a notória informalidade de procedimentos nas sucessivas gestões da Sudema, pois em detrimento de gestão A ou B, a Superintendência funcionava como uma loja de departamentos sem supervisão unificada, com cada um no seu quadrado, e isso deixou de existir. A tarefa é grande e o maior desafio é fazer valer para sociedade que o licenciamento e a fiscalização sejam apenas um eixo – essencial, é claro – da administração do meio ambiente”.
E concluiu: “também acontece no meio ambiente que é prover o equilíbrio ambiental na gestão do desenvolvimento econômico da Paraíba. Para isso, se requisita de nós a identificação dos valores ambientais existentes, o patrimônio que gera a qualidade de vida que queremos e ajudar o governo a promover o desenvolvimento, sobretudo empresarial, sem perda de vista de que a base primária para a sustentação dos negócios é o ambiente, suposto pela ignorância quase predominante como infinito, largo, inacabável”
Para Rossana, há muito esforço e boa vontade de contribuir com a conjuntura econômica sem ignorar zelos indispensáveis com a ecologia para evitar o que Natal / Rio Grande do Norte enfrentam, que é a crise ambiental produzida por desrespeitos do passado.
Desenvolvimento, sim, plenamente, mas com respeito ao nosso amanhã ambiental. Eis o desafio de Rossana Honorato, a também ética cientista ambiental da Torrelândia.