Duas horas e 45 minutos depois do portal WSCOM reproduzir com todas as letras a opinião da promotora Fabiana Lobo de que, com base na sua participação no processo da merenda escolar em João Pessoa, fruto de denuncias a partir da Rede Globo, nada tinha identificado de falcatruas, ela mesmo ligou para o site fazendo algumas ponderações.
Ela reafirmou que, no que lhe coube investigar não houve como identificar falcatruas, mas realçou noutro momento o fato de que quem vai se pronunciar criminalmente a partir de agora sobre a questão é o Ministério Pública Federal.
Por isso acentuou: “não posso isentar ou descartar nada, absolutamente nada porque a fase seguinte do processo não está comigo. Esta é a observação que preciso ver registrada”.
Fabiana Lobo estava preocupada com a manchete do portal colocando apenas um dado do contexto processual, imediatamente registrado tempos depois.
E isso faz diferença porque permite várias hipóteses sobre o desfecho do caso.