{arquivo}Outro dia, aqui mesmo neste espaço democrático, trouxe abordagem sobre a deflagração da sucessão para a disputa na Reitoria da Universidade Federal da Paraíba já contando com a presença da professora Margarete Maia, do CCS, como pré-candidata da Oposição tendo o apoio, em tese, de aliados e do próprio governador Ricardo Coutinho.
Antes de chegar ao objeto da análise de agora, entendamos: vários auxiliares do governo Ricardo ( Lucio Flávio, Cida Ramos, etc) têm vinculo com a UFPB e vão participar do processo seguramente na Oposição, exceto ainda não se sabe de Luiz Renato, o que implica em admitir a torcida/participação do governador, funcionário licenciado da instituição.
Dito isso, vamos por partes: embora a Oposição já esteja na rua não significa dizer que está tudo resolvido e pronto. Não está e por vários motivos.
Um deles, o principal, diz respeito ao significado do Reitor Rômulo Polari e sua gestão nos últimos seis anos gerando o mais expressivo reforço estrutural físico, financeiro e de missão acadêmica que a recente história da UFPB já viu.
Se reparar direito, depois da fundação e a fase de Lynaldo Cavalcanti, a atual gestão promove a mais forte reforma na instituição com repercussão dentro e fora do Estado de forma impressionante.
No contexto atual, o único desgaste que pode ´sobrar´ com efeitos ao candidato do Reitor se traduz no expediente com dois horários podendo gerar restrições de setores do corpo técnico-administrativo mas, no demais, nos números e estatísticas o ou a candidato (a) de Polari terá força de disputar com chances o processo de sucessão.
Por enquanto, quando ainda tudo está distante, cresce o nome do professor doutor Isac Medeiros, pró-reitor da PRPG – responsável por avanços importantes na pós-graduação da UFPB, o que traduz como leitura que Polari não é só pedra e cal, muitas obras nos Campi, mas também resposta acadêmica.
Eis mais um retrato capaz de gerar muitos comentários de agora em diante.