Esta é a síntese do que se pode extrair da fala e meio-debate vivido ontem, no Sinduscon, pelo próprio Maranhão quando foi instado a discorrer sobre seu pensamento em torno das vocações econômicas, o papel do Estado e o futuro das políticas voltadas ao conjunto da sociedade tendo que produzir meios de qualificar os serviços básicos, como são segurança, saúde e educação.
O discurso de Maranhão não foi longo, mas pinçou com conhecimento de causa tudo o que a sociedade exige: zelo no trato do dinheiro público, políticas eficazes e projetos ousados, como ele anda repetindo nos ambientes dos debates.
Maranhão analisou desde a base superada de nossa vocação econômica passada diante do setor primário – agricultura, etc – até a necessidade imperiosa de inovar fortemente para atrair capital externo novo e gerar políticas de incentivo visando fomentar a iniciativa privada porque considera fundamental superar a cultura de que os governos são a mais forte estrutura de incentivo à economia.
Mesmo quando abordando criticamente o desempenho de seu antecessor ( ex-governador Cássio), o candidato à reeleição o fez sem exagerar na dose excessiva da maldade, o que gera a perspectiva de debates futuros fortes mas civilizados.
Em síntese, o governador demonstrou claramente que anda preparado para qualquer discussão, tanto que, diante da feição reinventada por ele próprio, deve surpreender nos debates que virão porque aparenta domínio, experiência e conhecimento sobre projetos inovadores – algo que, pelo conjunto dos valores, pode fazer a diferença no front com o adversário habilidoso, Ricardo Coutinho.
Por essas e outras recebeu o apoio declarado da construção civil.