A Internet e o futuro da campanha




Pela primeira vez na história da Política do Brasil, em especial do Nordeste e Paraíba, um novo instrumento de relação entre candidatos e sociedade deve fazer diferença: a internet e suas ferramentas.

Bastou abrir –se o tempo formal das eleições, a partir dos registros das candidaturas, para o mundo internautico ser invadido por candidatos de toda a estirpe e perfil.

De alguma forma isso reproduz a tese de Mac Luhan (a famosa Aldeia Global) se materializando por entre salas requintadas, guetos da periferia e nos cafundós do Judas permitindo na prática a tal democratização da comunicação.

Na prática, ainda, vamos ter o ‘curral eleitoral’ funcionando,  mas cada vez mais a sociedade se equipa de meios para avaliar e decidir o que quer para seu futuro, em muitos casos não batendo entre oferta e interesse social.

Por isso, é salutar que os candidatos se exponham por inteiro mesmo embora se abusarem da esperteza, talvez não entendam que  possam, sem o uso adequado, gerar a incomodação latente e por conseguinte a perda de votos com prejuízo na certa.

Nos e-mail e ferramentas das Redes Sociais podem estar o incremento de quem sabe utilizar dessas facilidades, mesmo assim a avalanche de intromissões ou recados mal dados criam a possibilidade de reação contrária aos desavisados da Internet.

Trocando em miúdos, os candidatos precisam entender e usar bem todo o aparato de agora em diante, perdendo sobretudo a supercialidade das relações porque, para completar, o ótimo instrumento pode criar problemas seríssimos.

No decorrer da campanha, vamos citar casos concretos a partir das candidaturas majoritárias no Estado.

Maranhão reagiu

A abordagem na Coluna de que o candidato Ricardo Coutinho estava de melé solto na Internet produziu efeito imediato. O candidato José Maranhão resolveu encarar as Redes Sociais com mais jeito e Constancia.

Jeová na reta final

O deputado estadual Jeová Campos decide até meia-noite de hoje se será candidato à Câmara Federal. Só será se for convocado publicamente pelo PT e suas lideranças porque considera corres riscos desnecessários.

Agora, se aceitar, vai para a disputa com gosto.

ULTIMA

“Dos sonhos/ eu sou o amor…”

 

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