O moido da Paraiba e o desenvolvimento planejado




BRASILIA – Na vida, como de sorte na atividade política, a busca no tempo presente é por identificar formas e condições para que os projetos se desenvolvam e gerem conquistas. Na disputa da Paraiba é exatamente isso o que querem os pré-candidatos José Maranhão e Ricardo Coutinho, como no plano nacional isso se aplica a Serra e Dilma Roussef – em ambos os casos movidos pelas pesquisas. Mas, independentemente desse contexto de briga pelo Poder há cenários de indicação a explicar porque alguns níveis de gestão andam produzindo resultados.

Refiro-me, no caso, à conjuntura nacional onde nesta sexta-feira preguiçosa realizou – se a 33ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, em Brasília, com empresários, autoridades públicas e representantes de entidades civis discutindo a “Agenda para o novo ciclo de desenvolvimento brasileito” como forma de avaliar e projetar um conjunto de medidas visando fazer o Brasil ir mais adiante.

Quando muita gente discute o significa do Governo Lula certamente que o parâmetro de posicionamento é o nível de engajamento ou contestação, mesmo com fortes indicadores construídos no passado/presente, mas que o debate político não consegue gerar consensos em face dos desejos distintos.

Mas, mesmo sem levar em conta o resultado do Governo em si como estrutura ao longo dos anos, ouso identificar que um dos méritos de Lula tem sido saber ouvir mais do que adotar procedimentos unilaterais daí a relevância do CDES – instância que, pelos temas discutidos nesta sexta-feira, mostra a inteligência do presidente de conviver com sugestões fora do Governo.

Quem esteve no Itamarati nesta sexta observou que os membros do Conselho conhecem, dominam e se propõem a gerar sugestões novas – muitas delas absorvidas pelo Governo – como se deu no período da crise financeira internacional onde o Comitê oriundo desta instancia consultiva teve papel preponderante na indicação de meios para superar a crise.

A consultora renomada Tânia Barcelar, por exemplo, membro titular do Conselho disse com todas as letras em conversa com o Colunista que muitos dos temas propostos pelo CDES tem sido absorvido pelo presidente e Governo na instância de execução. “Não somos figuras de papel”, disse ela com nosso olho de admiração ao significado dela e do Conselho na vida nacional.

Não é por acaso que nesta sexta o tema mais exaltado como prioridade nacional foi o da Educação a ser tratado assim na direção do futuro porque empresários, trabalhadores e Governo têm consenso de que sem uma ação arrojada de qualificação cidadã dos brasileiros não vamos dar o salto mais qualitativo do processo histórico contemporâneo.

É este conjunto de fatores que faz a Paraiba ter de inserir na sua pauta de prioridades as ações com o patamar do CDES porque ninguém agüenta mais o nhenhemnhem e a falta de compromisso coletivo de muitas lideranças, por isso a hora de instigar e cobrar mais para o Governo da Paraiba adotar mais profundamente o mesmo instrumento de articulação, já existente no plano nacional.

A norma e o Conselho em nível estadual já existem faltando agora por em práticas outras lições de ousadia e de civilidade para podermos usufruirmos de um futuro mais promissor

Umas & Outras

Palavras de Tânia Barcelar: “uma nova promessa de futuro da Paraiba se perdeu no caminho”. À quem ela se referia?

…Duda, meu mano e novo manequim, feliz com a nova vida.   É que perdeu 36 quilos sem cirurgia bariátrica e só com juizo e comida balanceada.

Diego Tavares age como revelaçao da política pública.

…O céu de Brasilia é incomum.

Davi, novo rebento de Pablo e Taline, se preparando para conviver com novo lar, bem defronte onde o Folia de Rua se queima na 4a de fogo.

…Por que o prefeito Luciano Agra resolveu despachar mais em caso do que na prefeitura.

 

 

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