E agora, o que faremos?

Não tem jeito: só mesmo de coração amolecido é que podemos projetar com mais serenidade a disposição de luta, sempre a fazer parte da vida das pessoas. Rico ou pobre, pequeno ou grande, seja a raça que for, só mesmo a disposição de construir pode permitir perspectivas de crescimento à frente.

Eu, por mim, dou por satisfeito em muita coisa hoje existente na Paraíba velha de guerra (birra, melhor dizendo), até mesmo em meio à crise política originada pelos processos de cassação existentes no TSE.

Na minha modesta opinião, diferentemente do que a Oposição ao Governo Cássio diz, a gestão estadual alcançou patamares extraordinários em termos de ajuste fiscal e de caixa, hoje reduzindo a divida, alcançando níveis de controle da máquina a permitir o reparo de muitas distorções até mesmo no funcionalismo público.

Também não acho que a prioridade seja a máquina, os funcionários – que não são – porque a missão principal é cuidar de políticas para atender grandes gargalos da sociedade macro (3,4 milhoes de paraibanos) ávidos por estruturas de saúde, segurança, educação,etc, em pleno funcionamento.

Cá pra nós, está distante do que ainda imagino para nosso estado, mas não embarco no derrotismo de que tudo vai mal. Ao contrário, tem muita coisa boa mesmo, outras ruins, mas o saldo se comparado a outros ambientes sociais ainda é de conforto e satisfação, mais do que agonia.

Não vou de propósito dar maior dimensão ao confronto, à briga que atrasa, porque ela não privilegia a Paraíba, quando no máximo os que só sobrevivem existindo briga. Mesmo assim apelo aos contendores para que se permitam no mínimo das relações.

A começar de João Pessoa, também ando satisfeito com o desempenho da gestão promovida em seus recantos, tanto em favor dos pobres quanto dos ricos. Faz tempo, esta cidade nos orgulha, mas nos últimos quatro anos tivemos um plus extraordinário, sobretudo no zelo com a coisa pública e, mais do que isso, na visibilidade de políticas de resultados tinindo de bom.

Por essas e outras que mantenho a torcida confiante na possibilidade de novos avanços. 2009 chega no meu quengo construindo essa intuição e fé admitindo, inclusive, perspectivas de avanços em vários níveis.

A Paraíba está pronta. Agora é cuidar das novas possibilidades com firmeza mas a admissibilidade do diálogo entre nossas tribos para a construção de novos e extraordinários passos na direção do futuro.

Axé!

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“Quem quiser ter um amigo/
Que me dê a mão…”

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