A hora da Oposição abandonar a picuinha

Não sei qual dos valores mais tem se sobressaído no embate pequeno da nossa política partidária, mas não temos dúvida em apontar a picuinha como uma das principais modalidades do atraso no debate entre tantas pessoas de valor, mas apequenadas por conta da birra política.

Nesta terça-feira estaremos diante de um novo round entre Governo e Oposição na Assembléia Legislativa para tratar do remanejamento proposto pelos governistas ao parlamento estadual por conta de ajustes inadiáveis visando resultados proveitosos em favor da sociedade como um todo.

Ao presidente da CCJ, deputado Zenóbio Toscano, foi encaminhado no final da tarde/ início da noite uma nova carga de dados da Secretaria de Planejamento do governo apontando com detalhes apontando detalhadamente a origem dos recursos.

Em tese este dado é fundamental nesta fase do embate porque atendendo esse requisito a fatura estará resolvida porque Zenóbio Toscano já havia se manifestado favorável com o destino dos recursos remanejados.

Ora, se é certo que há esforço do governo em acelerar a aprovação na proporção inversa da Oposição, que posterga quanto pode o desfecho do processo, chega um momento em que o bom senso precisa prevalecer nas relações entre as varias vertentes da classe política porque a sociedade não poder ser penalizada por birras políticas.

Trocando em miúdos, Zenobio bem pode puxar o voto da superação quando os dados disponíveis têm argumento plausível diante de qualquer exame rigoroso.

Precisamos sair da política de ‘p’ minúsculo.

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