RECIFE – Quem convive com a programação do Cineport desde a última sexta-feira identifica facilmente o quanto é importante a sinergia entre empresas e governo no fomento à cultura. No caso em tela refiro-me diretamente à ENERGISA que, no formato cultural, tem na pessoa de Monica Botelho a imagem da figura soberana por seus atos e gestos de quem sabe comandar os processos.
Simples, nem parece que é uma das sócias do grupo mineiro proprietário de várias empresas de energia no Pais, a partir de Cataguazes, em Minas Gerais.
É ela quem de forma serena está no front do Festival sempre solicita e disponível para promover as interações que se precise até porque o porte do evento sob seu comando tem dimensão internacional reunindo nossos co-irmãos de língua e de base de identidade.
Noutro patamar, quase mudo, está o outro componente da empresa liderado pelo sisudo diretor Marcelo Rocha a promover ações de afronta ao bolso dos consumidores de energia com exorbitantes majorações, como se deu recentemente, merecendo reação ainda hoje não assimilada pela grande parte da população.
Gestor de atos de reprimenda, através de seus assessores, agora tem se destacado em receber mal quem não atende aos seus rigores de procedimento e empatia segundo tanto se comenta na cidade, fazendo da relação empresarial uma cultura de recepcionar bem ou mal as pessoas de acordo com a lua ou seu humor.
Em Recife, embora a justiça tenha dado o direito de aplicabilidade do reajuste, tanto a sociedade quanto o Governo recorreram da prática abusiva aplicada pela Celpe para revisão imediata devendo ocorrer o mesmo na Paraíba, agora precisando os consumidores a recorrerem às instancias superiores para não sofrer mais agressão do diretor Marcelo Rocha.
Pelos e-mails e telefonemas que chegam são maiores os abusos que, certamente, em algum tempo e lugar deverão merecer atenção pública para solução definitiva.
De fato, chega de lobos em pele de cordeiros.