BRASILIA – Três fatos em períodos diferentes fizeram desta quinta-feira uma data de relevância no campo político partidário do Estado atraindo a manifestação de grandes lideres paraibanos.
Pela ordem temporal, apenas, o ex-governador Cássio Cunha Lima resolveu romper o silêncio e fez, pela primeira vez, sua manifestação pós – cassação com foco na superação, no questionamento sereno da decisão, na solidariedade convivida e no aceno de que vai manter a luta, possivelmente até mesmo para o Governo.
Cássio manifestou a dor seqüenciada, mas em nenhum momento desprezou a cumplicidade com aliados de perto e/ou de longe na construção a partir de agora de uma nova etapa de disputa quando voltar das férias para buscar retomar o Poder.
No período da tarde, o governador José Maranhão protagonizou uma ação de prevenção conjuntural de alta magnitude: ele admitiu que a crise gerada nos cofres do estado com a queda da arrecadação começa a inquietar porque pode afetar o pagamento do funcionalismo estadual.
Estratégico ou não, o fato é que a abordagem gera muita preocupação para todas as partes envolvidas e põe a equipe econômico financeira em alerta porque mexer com funcionalismo é problemão danado.
Para ser mais justo, Maranhão teve um tempo de relevância estratégica com a presença do ministro Mangabeira Unger promovendo discussões e conceitos de força na direção do futuro do Nordeste particularmente da Paraíba.
Na parte da noite, o DEM afastou de vez a especulação sobre entendimentos com o governador Maranhão ao ter o presidente regional, senador Efraim Morais, ao anunciar através de nota que a unidade política em torno de Cássio está mantida.
O dado adicional especialmente dá conta que o DEM se mantém mantendo Efraim como pré-candidato ao Governo do Estado.
O portal WSCOM Online antecipou a decisão do DEM.
