Expectativa esta é a expressão para traduzir o acompanhamento mundial sobre os Jogos Olímpicos da China a partir desta quinta-feira, mesma semana na qual está inserido mais um aniversário da cidade de João Pessoa ou, de forma mais abrangente, o começo do que somos em termos de Paraíba.
Além da extraordinária capacidade que a China apresenta ao mundo em termos de estrutura nunca visto em paises de linha dura como a do pais sede nos tempos modernos, acompanho o noticiário volta e meia me irritando com a omissão dos atletas do Nordeste, sobretudo nosso campeão Kaio Márcio.
Faz tempo que esse tratamento minimizado me faz mal. É o mesmo que acontece quando vejo as edições do Campeonato de Kart quando a Rede Globo força a barra em favor de Cacá Bueno, na proporção contrária com que faz com Valdeno Brito sempre estando entre os dez melhores pilotos.
Como se diz lá na Torrelândia, dá a gota serena e a gente não vê paparicado em cima de Kaio Márcio e Valdeno mas, tomara!, me aguardem que eles vão dar a resposta no exercício de suas atividades de campeões.
Por falar (escrever) em Imprensa, fiquei feliz e triste ao mesmo tempo neste domingo com dois fatos registrados envolvendo integrantes especiais do jornalismo paraibano.
O fato feliz foi saber da recuperação plena de Abelardinho Jurema depois de se submeter a exitosa cirurgia de próstata mandando um tumor detectado para bem longe oferecendo recuperação de vida ao fraterno e capaz multimídia carioca-paraibano.
A parte triste foi ler no espaço dedicado às aulas diárias de Gonzaga Rodrigues a revelação pelo jornalista Agnaldo Almeida (ocupando o espaço nas férias do mestre) de que estava renunciando ao cargo de diretor da API por sentir fraqueza da entidade no affair entre o jornalista Luiz Torres e o procurador José Guilherme Ferraz.
Agnaldo pegou pesado e não precisava porque, abstraindo o fato da radicalidade exigida, a API se exibiu publicamente sob o bastão do jornalista João Pinto de forma clara em favor do livre exercício do pensamento, além de ter hipotecado solidariedade plena ao jornalista Luiz Torres como devia ao estilo de cada um.
Leve-se em conta que, apesar do ato singular do presidente da API, João Pinto exerceu a consulta (segundo soube) a muitos diretores da entidade na elaboração da nota de solidariedade, daí Agnaldo ter exagerado na medida, mesmo porque ele continua sendo importante na API, por isso se vier a rever sua condição estará contribuindo para fortalecer as medidas destemidas exigidas por ele diante de qualquer segmento, seja ministério público ou não.
A rigor sua saída enfraquece a luta que ele defende como indispensável.
Mas, em tempo de eleições, vamos acompanhar os próximos passos dos candidatos sabendo desde já que o processo eleitoral se mantém muito morno para o gosto popular, embora tenda a esquentar dia 15 de agosto em diante com a chegada do horário eleitoral.
De sorte que a segunda-feira chega como processo seqüente de um domingo em que foi tempo de derrota do Flamengo, mas nada arrefece a manutenção da luta, do desejo de ser feliz.
Última
Eu teria um desgosto profundo/
Se faltasse um Flamengo no mundo…