A festa rubro-negra, o bombardeio e o retorno

NOVA YORK – Lamentavelmente as TVs americanas e os satélites disponíveis na terra do Tio Sam não permitem o acesso aos jogos dos campeonatos brasileiros como as nossas fazem, sem problemas, como os jogos do NBA e/ou de beisebol em nossas telas, portanto, quem quis, como eu, ver a goleada do Mengão sobre o Botafogo só ficou na intenção.

Mas, antes de parecer esnobismo, devo render meu reconhecimento sincero ao significado do Botafogo – time qualificado, de ótimo padrão técnico, entretanto, sem lograr êxito no intento de colocar as mãos definitivas no Caneco de campeão carioca 2008. Infelizmente no seu caminho tem um tal de Clube de Regatas do Flamengo.

Quando me chega esse apego enorme de paraibanos aos clubes do Rio, me vem sempre à memória a irritação dos recifenses quando atestam que os torcedores paraibanos sacrificam até mesmo seus times internos em nome de uma legenda externa.

Eles (os recifenses) andam tão xenófibos em relação ao futebol carioca e paulista que obrigaram a Rede Globo Nordeste a retransmitir jogos pernambucanos, e não dos times do Sudeste. Tem um valor especial, não deixa de ser, mas nada acaba o gosto por aquele ou outro clube carioca/paulista.

Neste domingo, contudo, fiquei tomado pela saudade por não atestar novo estágio do Mengão acompanhando ao vivo, no mesmo dia em que fiquei sabendo, longe de Joao Pessoa, que Lenine será o astro maior do mais emblemático teatro de Nova York – dois dias depois de nosso retorno à capital paraibana. Poxa, infelizmente não será possível o deleite especial com a bela trajetória leniniana.

Só que o domingo foi dia também de retorno à ambiência onde funcionou o World Trade Center – demolido em ação terrorista em pleno centro financeiro do mundo, anos atrás.

O ambiente tomado de máquinas reerguendo novo formato do mesmo centro financeiro mistura poderio dos neo-liberais ( os tais capitalistas) recompondo uma cena difícil de se esquecer, portanto, mesmo com tanta força de resistência é impossível não se tocar com a memória e imagens presentes na memória diante do ato terrorista.

No mais, vamos debulhando nosso olhar sobre a cidade que encanta o mundo sem igual – isto quando se mistura trabalho, novidades, business, estética e qualidade de vida. Há de tudo para fazer da cidade um espaço inusitado na tolerância entre as diferenças, mesmo que as pessoas diferentes não tolerem os comuns do mundo.

No mais, NY é sempre seu significado na vanguarda no mundo.

Romulo de volta à Câmara

Em Campina Grande ninguém fala de outra coisa senão na possibilidade real do deputado federal Romulo Gouveia de retornar às atividades na Câmara Federal.

Ao que tudo indica , o Gordo percebeu que estar na Casa Civil não significa muita coisa – mais do que queria, porque a demanda de problemas é ainda maior.

Mesmo assim a candidatura se mantém acesa.

Tico, a alternativa

José Luiz Junior sempre se apresentou como candidato a vice qualificado na Prefeitura de Campina Grande, mas a aprovação pelo PT do nome de Tico Lira como nome para vice não pode ser ignorado.

Muito pelo contrário.

Última

“Uma vez Flamengo/
Sempre Flamengo…”

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