Por que Cássio está confiante

Há uma semana da eleição de segundo turno na Paraíba, o governador Cássio Cunha Lima se mostra convicto, sem dúvidas, de que as urnas vão reelegê-lo no mais cobiçado cargo público do Estado. Presunção? – indagaria qualquer cidadão? – não, conforme os argumentos do próprio candidato.

Cássio parte de valores e números simples para compreensão de qualquer pessoa. Até agora, conforme expõe, faltando poucos dias da votação, ele enumera dezenas de apoios novos recebidos nos mais diferentes municípios do Estado sem perder nenhum dos eleitores / lideres no processo.

Disse-me ele: ‘Ao longo do segundo turno acumulamos uma série de novos apoios, de lideres que estiveram com nosso adversário, sem registrar a perda de ninguém’.

Mas, na essência, o candidato tem o entendimento de que a Paraíba está tendente a lhe permitir nova chance porque em 3,6 anos de governo assegura ter feito mais do que seu adversário, José Maranhão, em 8 anos.

Ele não ousa falar, mas é como sua abordagem conceitual quisesse dizer que, guardadas as proporções, seu projeto de campanha e de governo se assemelha na essência com o que representa Lula no plano federal.

Não é que ele tenha se afastado de Alckmin, não, até trouxe o candidato tucano na Paraíba, mas é como que o apelo de Lula pedindo mais uma chance pareça mais com seu argumento estadual, da mesma forma que as exposições de ter produzido em 3,6 anos mais do que FHC, sem falar nas teses assistenciais e de diálogo com os setores sociais. Por isso crê na blindagem para poupá-lo de surpresa eleitoral com o crescimento da vantagem de Lula na Paraíba.

O governador reconhece que há um estado dividido, tanto que avalia enquanto projeção o sentimento de que vai distender ao máximo, caso chegue ao segundo mandato, para arrefecer e/ou atenuar, superar o ranço e ódio existentes em muitos setores da sociedade.

Com base no monitoramento diário, para o governador/candidato todos os indicativos lhe reforçam na ampliação dos votos, incluindo nesse contexto a correlação de votos entre João Pessoa e Campina Grande, gerando-lhe consciência de estar atendendo ao desejo do eleitor.

Mesmo assim, renova o grito de guerra junto à militância pois considera essa gente engajada a força motora da campanha.

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