Ainda é cedo, dizem muitos, mesmo assim os principais candidatos ao Governo e Senado ainda não entraram fundo na exposição continua e clara do que pretendem oferecer à sociedade paraibana como projeto de futuro com larga repercussão reforma mesmo no sentido de melhorar a qualidade de vida dos paraibanos.
No carnaval, antes de viajar para Tocantins, ontem, o senador José Maranhão reproduziu através de sua diligente assessoria protagonizada pelo jornalista Edmilson Lucena que o emprego e a retomada de vocações econômicas, a exemplo do algodão e sisal estão entre as prioridades.
No contexto situacionista, isto é, da parte do governador Cássio Cunha Lima a ordem vigente é avançar no que ele desenvolve com linha básica de ação governamental já conhecida por todos enquanto, aliás, está se submetendo à avaliação popular.
Na ótica da Coluna, o Governo Cássio tocou de fato em aspectos estruturantes da gestão pública, a exemplo da adoção do Duodécimo ( partilha de recursos entre poderes), de Planos de Cargos e Salários tabus ( educação, saúde, segurança), ampliação dos postos de trabalho (empregos) em setores vitais, a exemplo da segurança, e gerou um relacionamento de maior tolerância na relação com os diversos setores, inclusive diante de segmentos hostis ( vide o oficialato da Policia Militar). E teve obras, queiram ou não seus adversários.
Como no Cinema ( lá vou eu mais uma vez)/ adotando um Corte para puxar Maranhão novamente à baila e foco central do artigo.
O senador vive os efeitos positivos de sua administração passada, enquanto governador por 7 anos e 4 meses, focados em obras de relevo no campo hídrico, na duplicação da BR-230, Hospital de Traumas, etc, daí estar sempre rememorando o êxito de um tempo que até hoje repercute rendendo votos de montão.
Mesmo assim, ou seja, levando em conta o que cada um dos dois aponta como saldo e futuro, ainda é pouco muito pouco para a necessidade que os paraibanos precisam ter na construção real de um futuro Plano de Desenvolvimento Sustentável capaz de gerar renda e distribuição dela para o bem coletivo socialmente falando (escrevendo).
Os Estados ao redor estão avançando em áreas econômicas vitais deixando a Paraiba na Poeira, daí, ou os governantes passam a ser mais ousados nas lutas e construção do futuro econômico-social ou tudo o que vem sendo discutido como premissa de futuro não passará de arremedo ou tapia (embromação) inaceitável para os dias de hoje.
Vamos voltar (muito) ao assunto.

