Parte das atenções desta quarta-feira se volta para o Tribunal de Contas onde está em pauta mais uma etapa administrativa do prefeito de Sousa, Salomão Gadelha. É a quarta vez, se não me engano, que o processo retoma a condição de ser examinada pelo Pleno do TC mas com movimentos da assessoria gerando adiamento da votação processual.
Há nesse contexto, algo que poucos falam mas é fator distinto, no caso a presença do conselheiro Fernando Catão na condição de relator.
Homem público de notório saber no trato da gestão administrativa eu penso assim, Catão nem por isso se insere infenso aos desconfortos por sua condição passada como articulador importante do Governo Cássio a mesma esfera de poder hoje em conflito com o prefeito sousense daí esse clima / condição sui generis.
E por que der-se-á qual circunstante ou leigo querendo entender o que uma coisa tem a ver com a outra, isto é, por que o caso anterior de ex-auxiliar de governo tem a ver hoje, na contemporaneidade.
Em tese, tudo leva e faz crer, que a condição conselheira do ex-todo-poderoso do Governo não se misturará em hipótese nenhuma com os valores de agora, constantes no complicado processo das contas de Salomão.
Na prática, por mais que se ature a realidade e consolide-se a manutenção do status quo certamente que a precaução como bom conselheira permite, entre tantos atos, a condição de suspeitabililidade podendo ser avocado pelo culto conselheiro porque, no mínimo, a manutenção do agora dará mote aos adversários para acusá-lo do que inexiste.
E sabendo, como sei, da capacidade de tambor de Salomão e dos Gadelha certamente que o TC e especialmente o conselheiro vão se expor a desgastes desnecessários.
Como dizia Maria Júlia, no alto de sua imponência intelectual da vida comum da Torrelândia, se conselho fosse bom, não se dava, vendia. Mas, cá pra nós, ainda é assim que deve funcionar certas questões nos dias atuais? Por isso um prevenido vale por dois.
Na dor
Hoje, diz o calendário, é data de aniversário do deputado federal Carlos Dunga. Ontem, sem querer querendo, soube que ele embarca hoje de Brasília para São Paulo visando visitar dois amigos enfermos Tião de Queimadas e Lavoiseier Maia, amigo de Câmara,
Solidariedade é o nome desse gesto.
Verde demais
Há um debate que ainda vai dar muito o que falar, ou seja, esse bafafá sobre a pintura esverdeada do Quartel General da Policia Militar.
De fato, a tonalidade confunde e dá meios para críticas, que poderiam ter sido contidas.
Em Sousa
A idéia de Dona Glória (Ciranda de Serviços) pegou, como se diz no popular. Agora chegou a vez, novamente, de Sousa com a presença do governo na seara dos Gadelha e do deputado federal aliado Inaldo Leitão.
Todo o staff se desloca hoje para começar a quinta-feira pegando fogo.
Última
Amigos a gente encontra/
O mundo não é só aqui…
