Há dias atrás, no Cefet, em João Pessoa, pude acompanhar o lançamento do Projeto Farol Digital , como instrumento extraordinário de aquecimento do setor de TIC Tecnologia de Informação e Comunicação da Paraíba, isso se aplicado de acordo com a ação coletiva pressuposta na iniciativa.
A ação concebida pela animação estratégica e de somatório de forças do setor produtivo, das instituições de ensino e de outras estruturas, como o Parque Tecnológico, representa algo de alta valia para o setor crescer sistematicamente.
O Sebrae/Paraíba, nas pessoas das consultores Ivani Costa e Jaima Araújo, impulsiona o segmento de forma reconhecida, mesmo que ainda sejam indispensáveis galgar novos estágios na articulação.
Creio, que esboçando a mesma tática de união de metas e esforços, a exemplo das micro e pequenas empresas da Itália, possa-se chegar a novos estágios de negócios, especialização e crescimento, mas não se porque cargas dágua, como diz o adágio popular, em João Pessoas as coisas andam lentas.
Acompanho como usuário e gestor de TIC a versatilidade do Parque Tecnológico de Campina Grande, matriz externa da UFCG para a fomentação dos negócios no setor, diferentemente dos procedimentos e processos existente na Capital, onde há uma massa critica de alto nível, mas ainda sem saber gerar diálogos rápidos e perspectivas de nova consciência empresarial no setor.
É como insistisse existir com mudanças lentas apenas uma cultura de ilhamento nefasto enquanto valor de atraso coletivo, quando instrumentos do nível do Farol Digitalproduz e requer maior participação de todos, sem exceção, e não apenas de alguns no processo.
Depois do lançamento, já faz tempo o Farol ainda não promoveu a sacudida indispensável na proximidade de todas as habilitações existentes no segmento, que não só de empresas de base tecnológica ( fundamentais e matrizes) porque a área de TIC hoje abrange muito mais parceiros em curso.
Trocando em miúdos, João Pessoa precisa acordar para a oportunidade de startar formas de mostrar ao mundo que no campo da tecnologia já dispomos de maioridade capaz de produzir fomento, intercâmbio e ótimos negócios.
Quando isso vai acontecer só quando houver consciência, cultura de ação coletiva, de participação real, sem discriminação e representatividade política para que os organismos de Governo reconheçam e contribuam para o crescimento do setor.
Estamos lentos, lamentavelmente.
