A condição da força cultural da APL, há 84 anos com Coriolano, e a importância de Carlos Aranha e seu significado; a hora de nova escolha

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Muita gente de todos os quadrantes acompanha a Academia Paraibana de Letras por sua importância inegável de instituição muito relevante, a partir dos primeiros passos em torno do fundador Coriolano Medeiros, há 84 anos atrás, construindo uma referência sem igual na sociedade.

De 1941 para cá, muita coisa mudou, mas na essência a APL é referência da produção vinculada às letras, embora seja preciso expandir mais ainda com sua força e influência no universo artístico e cultural paraibano ampliado a envolver também as novas fases.

O sentido imortal

Os dados da conjuntura simbolizam a imortalidade pelo significado pragmático no qual essa condição leva cada acadêmico ou acadêmica até o último momento mortal. Faz parte.
Também está escrito que cada candidato ou candidata precisa se submeter ao voto secreto pelos demais integrantes da APL.

Quem é quem

São quatro candidatos à vaga do imortal Carlos Antônio Aranha de Macedo. Pela ordem alfabética: Ana Paula Cavalcanti, Onaldo Queiroga, Renato Cesar e Walter Santos se apresentam aos eleitores.

Por que sou candidato?

Mesmo com respeito aos concorrentes, dispomos de um histórico e saldo de produção artística e cultural muito próxima de Carlos Aranha, aliás, responsável por nossa ascensão como presidente da API.

Foi ele quem nos lançou no comando da Imprensa e sempre estivemos na vanguarda da cultura paraibana. Nos sentimos preparados para superdimensionar a história do imortal!

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“Cada um dá o que tem”

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