A simbologia da essência humana de Agnaldo Almeida, um estudioso e ex-seminarista que adorava a verdade e nutria-se de Cultura

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Certamente em pleno fevereiro do Século XXI é muito provável que a maioria dos cidadãos e cidadãs conheça menos que mereça a história do jornalista campinense/pessoense de nome Agnaldo Almeida, hoje homenageado às 19 horas na Editora A União com livro produzido pela sua esposa Nana Garcez comemorando 1 ano de sua partida.

Não é fácil traduzir a ausência de quem, como personagem da História, significou muito além do fazer jornalístico por fazer, até porque Agnaldo Almeida conduzia em vida a conduta de um Ser ético e reformulador distinto.

Foi sob sua batuta que o Jornal A UNIÃO nos anos 80, em pleno governo conservador que absorveu e introduziu uma forte marca da Cultura como símbolo do periódico. Simplesmente singular, como hoje faz a versão contemporânea, mas nos anos 80 isso era requinte.

Agnaldo Almeida sempre exerceu a conduta de um moderador sagaz, de valor reconhecido pela sua condição de Personagem forjado, por exemplo, na postura justa, exaltando, por exemplo, a força tropicalista de dar nome de Juliana a uma filha querida por força da música “Domingo no Parque”, de Gilberto Gil. Nós entendemos a matriz, o DNA da Negritude.

Ex-presidente da API, venceu todos os preconceitos com postura política e ideológica bem resolvida, sempre com a posição acertada de garantir à entidade uma conduta exemplar.

Então, em plena segunda-feira, precisamos manter a memória em vida de um Personagem extraordinário como referência na História de nome Agnaldo Almeida… Saiu de Zé Pinheiro para conquistar o mundo com sabedoria.

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