Em plano golpista, Lula era chamado de “Jeca” e Alckmin de “Joca”

Imagem Substituída

A investigação que desmantelou a organização criminosa envolvida no planejamento de um golpe de Estado e na execução de autoridades também revelou que os alvos da execução possuíam codinomes para serem identificados.

O plano, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, previa a execução do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

Lula e Alckmin eram chamados pelos nomes “Jeca” e “Joca”. Um “Juca” também foi identificado pela investigação entre os codinomes utilizados pelos criminosos, mas a Polícia Federal afirmou que “não obteve elementos para precisar quem seria o alvo da ação violenta planejada pelo grupo criminoso”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, também era alvo do plano, sendo chamado de “Professora” pelos golpistas.

Investigados utilizavam nomes de países

O documento ainda revela que os investigados também utilizavam codinomes para não serem identificados.

Segundo a investigação, eles utilizavam nomes de países como Alemanha, Áustria, Brasil, Argentina, Japão e Gana em um grupo criado no aplicativo Signal, onde debatiam detalhes do plano de golpe de estado e execução de autoridades.

“As mensagens trocadas entre os integrantes do grupo ‘copa 2022’ demonstram que os investigados estavam em campo, divididos em locais específicos para, possivelmente, executar ações com o objetivo de prender o Ministro Alexandre de Moraes”, afirma a PF.

As investigações indicaram também que Rafael Martins usou o codinome “Diogo Bast”, além do codinome “Japão” nas trocas de mensagens.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso
Ir para o conteúdo