Defesa de pediatra acusado de abuso sexual infantil deve dolicitar habeas corpus nesta segunda

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A defesa do pediatra Fernando Cunha Lima, acusado de estupro de vulnerável, planeja entrar com um pedido de habeas corpus preventivo ainda nesta segunda-feira (12) para evitar sua prisão preventiva, solicitada pela Polícia Civil. O caso ganhou destaque após a mãe de uma criança de nove anos denunciar o médico por abuso sexual, ocorrido em seu consultório no final de julho.

A denúncia inicial, feita no dia 25 de julho, revelou que a mãe testemunhou o momento em que o médico teria tocado as partes íntimas da filha. O caso gerou uma onda de outras denúncias, incluindo uma grave acusação de abuso sexual por parte de uma sobrinha do pediatra, Gabriela Cunha Lima, que afirma ter sido abusada pelo tio há mais de 30 anos, quando tinha 9 anos.

Gabriela revelou que o abuso ocorreu em 1991, na casa de praia do médico, e que outras irmãs também teriam sido vítimas. Com a divulgação das denúncias, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) abriu uma sindicância para investigar o caso, enquanto a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), onde Fernando Cunha Lima ocupava uma posição de direção, suspendeu o médico de suas funções.

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