O advogado Carlos Fábio se manifestou nesta sexta-feira (11) ao Portal WSCOM altamente preocupado com o nível de procedimentos do GAECO ao pedir a prisão de pessoas na Operação Calvário, como é o caso do diretor do Hospital de Mamanguape, Eduardo Simões, “sem nenhum prova consistente, mas dando guarida à delatora Cláudia Camisão que “ouviu falar do nome dele”.
Carlos Fábio revelou que o escritório ainda com Raoni Vita está impetrando medidas urgentes para rever a prisão e, conforme admitiu, ” provar a inexistência de qualquer envolvimento de nosso cliente com qualquer desvio de conduta, mesmo assim atingido pela opção dada à delatora sem nenhuma prova”.
Carlos Fábio informou que o diretor é um jovem executivo do Rio de Janeiro, recém casado e agora convivendo com o pânico de estar preso diante de um filho de dois meses, recém nascido.
– Seguramente vamos provar a conduta retilínea de nosso constituído que nunca recebeu absolutamente nenhuma vantagem de quem quer que seja, mas agora atingido por uma delatora sem que as autoridades viessem antes apurar e confrontar dados”.
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