O ator Edilson Alves, líder do Grupo “Pastoril Profano” – um dos mais respeitados elencos de Humor do Estado e fora dele – fez divulgar na WEB desde ontem sua indignação, em face da ato da Vara da Infância e da Juventude de Bayeux ter exaurado Portaria proibindo a apresentação do grupo naquela cidade.
– Pasmems, senhores e senhoras, durante todos esses anos nucna tivemos problemas com a justiça, nunca tivemosproblemas com nosso publico, nunca agetamos a moral e os bons costumes de ninguém, todos que conhecem nosso trabalho, fazemos com responsabilidade, qualidade e respeito com nosso publico – afirmou ele, acrescentando:
– Hoje fomos obrigados a parar ou melhor a CANCELAR O ESPETACULO para atender a citada portaria daquela cidade. Então, senhoras e senhores, será que toda revolução, crise e situação que o pais está vivendo estamos vivenciando a volta da Ditadura Militar? – indaga.
Sobre o assunto, o Multimidia e empresário Walter Santos analisa e se posiciona:
Os excessos da Justiça chegam ao Teatro e Artistas
É impressionante como mesmo sendo símbolos más, casos deploráveis de absusos que se sucedem lá longe mas que, espraiado pela Grande Midia, os maus exemplos acabam que se enraizando em outros lugares a atrofiar e ferir a Constituição como nunca se esperava mais existir. Não nos referimos apenas aos excessos e atos ilegais do Juiz Sérgio Moro e suas ações típicas de carrasco. neste momento nos fixamos na arbitrariedade existente ontem, quando o Grupo “Pastoril Profano” foi impedido de se apresentar em Bayeux, da Grande João Pessoa.
A ordem judicial posta em prática por Oficiais se baseou em Portaria da Vara da Infância e Juventude do município.
POR QUE A ARBITRARIEDADE
Há mais de 20 anos, este formidável grupo de gente qualificada do Teatro Paraibano liderados pelo ator Edilson Alves faz história pelo Brasil afora com seu humor escrachado, irreverente, o mesmo que muita gente nas Grandes TVs tenta e não consegue com tamanho esmero e qualidade.
Se há zelo excessivo da Vara da Infância e da Juventude ela deva se fixar com base nas regras vigentes exigindo apenas que o público a se dispor ver o espetáculo tenha Idade superior ao definido para Jovens e Crianças.
Trocando em miúdos, ao invés de aplicar a repugnante Censura, os Douto Juizes deveriam exclusivamente exigir que a peça fosse ou seja assistida por adultos. E ponto final.
Não cabe à Justiça exagerar na dosagem ferindo princípios Constitucionais porque o grupo “Pastoril Profano” merece respeito à sua labuta honesta de fazer humor com dedicação imensa para fazer muitos artistas e técnicos sobreviverem de forma honrada.
Ao Grupo “Pastoril Profano” e a todos do Teatro brasileiro, nossa solidariedade, sempre.
