Justiça francesa condena 55 ativistas do Greenpeace

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A justiça francesa condenou nesta quinta-feira a uma pena de dois meses de prisão 55 ativistas do grupo Greenpeace, de 20 países diferentes e que invadiram em março passado a usina nuclear mais antiga do país para denunciar problemas de segurança.

Um dos franceses acusados, Eddy Varin, defendeu a legitimidade da invasão de 18 de março na usina de Fessenheim, leste da França.

“Existem leis que não deveriam existir, como a que proíbe entrar em uma central nuclear para alertar aos cidadãos. É um dever o que eu faço. É legítimo, mesmo sendo ilegal”, afirmou.
A usina de Fessenheim, em serviço desde 1977, é a mais antiga das centrais nucleares francesas, e se encontra perto da fronteira com a Alemanha.

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