A economia brasileira voltou a crescer em agosto após iniciar o primeiro trimestre no campo negativo. De acordo com o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central (BC), divulgado nesta sexta-feira (16), o crescimento foi de 0,34%. O indicador é utilizado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), a partir da soma dos bens e serviços produzidos no país.
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A atividade industrial (+0,87%) e os serviços prestados (+0,24%) puxaram a retomada do crescimento – mesmo com a queda de 1,76% da agropecuária.
Com a alta de agosto, a prévia do PIB atingiu 110,4 pontos na série dessazonalizada (livre de influências sazonais), reaproximando o indicador do maior patamar da série histórica iniciada em 2003 pelo BC que foi registrado em maio deste ano, quando alcançou 111,1 pontos.
No acumulado em 12 meses, a atividade econômica registrou expansão de 1,6%. O resultado representa uma leve aceleração em relação ao ciclo encerrado em julho, quando o crescimento acumulado apontava 1,5%. Na comparação direta entre agosto de 2026 e o mesmo mês do ano anterior, o avanço foi de 1,2%.
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Apesar do recuo pontual no mês, a agropecuária é o principal motor do crescimento no acumulado de 12 meses (setembro de 2025 a agosto de 2026), figurando com alta de 2,7%. No mesmo intervalo, o setor de serviços acumulou expansão de 2,0%, enquanto a indústria registrou saldo positivo de 0,7%.
