Terça-feira, 11 de Julho de 2026. Estamos às vésperas da Missa de 7º Dia de um jovem, filho de pais referenciados, que se foi da vida real após enfrentar problemas relacionados à imersão e ao vício em jogos no celular. É um episódio muito grave, que também chama atenção para uma realidade que alcança filhos de famílias de diferentes condições sociais.
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Anotem: aos 13 anos ele resolveu deixar de viver. A tragédia ralerta sobre os impactos que a exposição excessiva a jogos e, em muitos casos, também às plataformas de apostas (bets), pode causar na saúde mental de crianças, adolescentes e adultos. É uma preocupação que exige de toda a sociedade, sobretudo dos Poderes Públicos, campanhas permanentes de conscientização sobre o uso responsável dessas plataformas e a prevenção de comportamentos compulsivos.
UMA MÃE QUE PERDEU UMA CASA
A gravidade do problema envolvendo jogos e apostas exige de toda a sociedade uma reação; a irmã de uma amiga simplesmente perdeu sua casa envolvida no vício em apostas.
Vamos repetir: ela perdeu a moradia da família por causa desse comportamento compulsivo.
É preciso ampliar o debate, conscientizar as famílias e fortalecer ações de prevenção, porque há situações que merecem atenção e cuidado.
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“O olho que existe / é o que vê”

