Os desconfortos de setembro: Cícero é peça a se considerar, Adriano se mantém disponível e Vené tem Bolsonaro como obstáculo

Cícero Lucena, Adriano Galdino e Veneziano

Pelas contas do governador João Azevêdo o jogo jogado tem Lucas na cabeça, Deusdete na vice, mas esse lance ainda não tem adesão “in totum” de Cícero Lucena, jogador de trunfos.

Tem outro desconforto que atende pelo nome de Adriano Galdino, repetindo a tese pró-Lula numa tática que não deslanchou como pretendido, mas ele insiste.

No campo tratado de Oposição, o senador enfrenta o desconforto de conviver com o PL e União Brasil de Marcelo Queiroga e Efraim Filho porque ele é Lula onde for.

Em síntese, são esses moídos que espancam avanços circunstanciais.

TYRONE INSISTE

O ex-prefeito de Sousa, Fábio Tyrone, montou um Booking trabalhando doutrinamento por sua eleição na Câmara Federal pelo PSB. Por suas contas dá para fazer 2 vagas mas Gervásio Maia temeroso pensa em deixar a sigla.
Ainda tem Ricardo Barbosa.

O HOSPITAL

Até o final do ano é possível termos desdobramentos sobre o caso do Hospital Padre Zé podendo até afetar a sucessão de 2026.

AMPARO

Está na mesa de Cícero Lucena a decisão esperada pela classe artística e da comunicação para ele sancionar a Lei Carlos Aranha apresentada pelo líder Odon Bezerra e aprovada pela Câmara Municipal.

Cícero não decepcionará.

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