Vendas do comércio paraibano caem pelo segundo mês consecutivo em agosto, mas acumulam alta de 2,9% em 12 meses

Vendas do comércio paraibano caem pelo segundo mês consecutivo em agosto, mas acumula alta de 2,9% em 12 meses
(Foto: Reprodução)

O comércio paraibano registrou uma queda de 0,5% no volume de vendas entre julho e agosto deste ano. De acordo com dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMS), divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o segundo mês consecutivo de queda – após o recuo de 1,3% em julho.

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A variação negativa de agosto, além de contrastar com o resultado positivo observado na média nacional (0,1%), foi a 10ª mais acentuada entre todas as unidades da federação, com principais baixas no Espírito Santo (-3,8%), Alagoas (-1,3%) e Rio de Janeiro (-1,1%).

No acumulado de 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, o setor varejista paraibano registrou avanço de 2,9% no volume de vendas, acima da média brasileira, que foi de 1,6%. Foi a 12ª maior alta entre as unidades da federação, empatada com o Mato Grosso do Sul (2,9%). As maiores variações foram registradas em Pernambuco (7,4%), Distrito Federal (6,4%) e Acre (5,7%).

A pesquisa constatou que, em relação a agosto de 2025, o volume de vendas cresceu em 18 unidades da federação, tendo o setor estadual apresentado crescimento de 0,6%, sendo superior à média brasileira (0,4%) e a 18ª maior taxa do país. As contribuições positivas mais elevadas ficaram por conta de Rondônia (10,9%), Amapá (9,5%) e Pernambuco (7,9%). Por outro lado, 9 unidades da federação apresentaram resultados negativos, destacando-se Goiás (-4,5%), Rio Grande do Norte (-4,4%) e Maranhão (-3,6%).

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A PMC pontuou que a variação acumulada de janeiro até agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2025, cresceu 2,7%, acima da média brasileira (1,7%) e a 12ª maior do país. Os maiores avanços foram registrados em Pernambuco (10%), Distrito Federal (7,6%) e Acre (7,2%). Por outro lado, observou-se variações negativas no Pará (-1,7%) e Amazonas (-0,1%), enquanto São Paulo ficava estável (0%).

Por sua vez, a receita nominal do varejo estadual apresentou as seguintes variações, em agosto de 2026: estabilidade (0%) frente ao mês imediatamente anterior; alta de 4,9% face a agosto de 2025; avanço de 5,9% no acumulado deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado; e crescimento de 5,8% no acumulado dos últimos 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses.

Varejo ampliado tem variação de -0,5% no volume de vendas

No comércio varejista ampliado da Paraíba, de agosto frente a julho de 2026, foram registradas variações negativas tanto no volume de vendas (-0,5%) como na receita nominal de vendas (-0,2%). Na média nacional, as variações foram igualmente negativas, de -0,2% e 0,1%, respectivamente. O setor inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e as de atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo.

No comparativo com agosto de 2025, o volume de vendas do varejo ampliado paraibano cresceu 0,9%, a 15ª maior variação do país. Houve alta também na receita nominal, de 4,7%. Na média nacional, enquanto o volume de vendas apresentou alta de 0,1%, a receita nominal subiu 3,1%.

De janeiro até agosto deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, o setor paraibano registrou variação positiva de 2,6% no volume, a 17ª mais elevada do Brasil. Quanto à receita nominal do setor paraibano, houve aumento de 5,5%. Ambos os índices foram maiores que os verificados na média geral do país, de 1,7%, no primeiro caso, e de 3,9%, no segundo.

Já no acumulado de 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, o volume de vendas do setor paraibano registrou alta de 2,5%, sendo a 17ª mais intensa do país, empatada com o Maranhão (2,5%). Por sua vez, a receita nominal teve aumento de 5,3%. As taxas estaduais ficaram acima das médias do Brasil, que foram de 1,4%, no volume de vendas, e de 3,8%, na receita nominal.

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