Com alta de 0,12%, Paraíba tem uma das menores variações no custo da construção civil do país

Com alta de 0,12%, Paraíba tem uma das menores variações no custo da construção do país

A construção civil na Paraíba apresentou estabilidade nos custos em setembro, com alta de apenas 0,12% no valor do metro quadrado. Dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), publicados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a inflação do setor no estado cresceu a menos da metade do ritmo registrado no Nordeste (0,32%) e no Brasil (0,30%), figurando entre as oito menores variações do país no mês.

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Com o resultado, o custo médio por metro quadrado passou de R$ 1.926,40 em agosto para R$ 1.928,77 em setembro. No cenário regional, a Paraíba apresentou o segundo maior custo do Nordeste, atrás apenas do Maranhão (R$ 1.974,63). Apesar disso, o valor permanece abaixo da média brasileira (R$ 1.999,73) e acima da média nordestina (R$ 1.877,26).

A variação mensal foi impulsionada pelo aumento do custo dos materiais, que passou de R$ 1.107,23 para R$ 1.109,60 por metro quadrado, entre agosto e setembro. Já o componente mão de obra permaneceu estável em R$ 819,17, repetindo o valor registrado nos meses anteriores.

No acumulado do ano, de janeiro a setembro de 2026, a Paraíba registrou elevação de 4,54%, a quarta menor do país, à frente apenas de Minas Gerais (3,01%), Roraima (3,57%) e Pará (4,49%). Os maiores aumentos foram observados em Goiás (9,09%), Acre (8,81%) e Maranhão (7,91%). O resultado paraibano ficou abaixo da média nacional (5,72%) e foi o menor entre os estados nordestinos, cuja média regional alcançou 6,87%.

Nos últimos 12 meses encerrados em setembro de 2026, o custo médio da construção civil na Paraíba acumulou alta de 6,10%. O resultado ficou abaixo das médias do Brasil (6,81%) e do Nordeste (7,62%), posicionando o estado entre os que registraram as menores variações do país. As menores altas foram registradas no Rio Grande do Sul (4,82%), Roraima (5,68%) e Rio de Janeiro (5,77%), enquanto os maiores aumentos ocorreram em Goiás (10,14%), Acre (9,02%) e Maranhão (8,97%).

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