Olímpio Rocha diz que apoio a Lucas Ribeiro não tem validade e reafirma pré-candidatura ao Governo

Olímpio Rocha
Foto: Luana Silva/g1

A disputa interna na Federação PSOL/Rede na Paraíba ganhou novos contornos jurídicos e políticos. O ex-pré-candidato ao Governo do Estado, Olímpio Rocha (PSOL), declarou publicamente que a deliberação da diretoria estadual que formalizou o apoio à pré-candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro (PP) ao Palácio da Redenção não possui validade jurídica.

A decisão de rifar a candidatura própria do PSOL para apoiar a chapa governista foi consolidada por 8 votos a 4 durante a convenção estadual da federação. Contudo, Rocha garantiu que irá recorrer imediatamente à direção nacional da aliança para reverter o resultado local e assegurar seu nome na disputa de outubro.

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.

“Essa decisão aqui da Paraíba não tem validade jurídica, será revertida e, portanto, nós teremos candidatura ao governo do estado da Paraíba. O que vale é a decisão da nacional. Por isso, o Olímpio Rocha será candidato a governador com serenidade, confiança e firmeza”, afirmou.

Os pontos centrais do imbróglio interno

  • Votação no Estado: A diretoria regional votou pelo apoio a Lucas Ribeiro (PP), descartando a tese de candidatura própria encabeçada pelo PSOL;

  • Tese do Recurso: A coordenação de Olímpio Rocha alega que o diretório nacional da Federação PSOL/Rede tem maioria alinhada à manutenção da candidatura própria no estado e pode anular a ata da convenção paraibana;

  • Manifestação Oficial: A assessoria do pré-candidato distribuiu nota à imprensa reforçando que as tratativas jurídicas já foram iniciadas junto aos órgãos nacionais das duas legendas.

Cenário político e próximos passos

A Federação PSOL/Rede vive um impasse estratégico na Paraíba. Enquanto uma ala defende a composição com o grupo governista capitaneado pelo Progressistas, o grupo liderado por Olímpio Rocha sustenta que a federação precisa marcar posição à esquerda com um projeto próprio ao Governo do Estado.

O caso agora aguarda o julgamento da Comissão Executiva Nacional da Federação, que possui prerrogativa regimental para homologar, alterar ou invalidar deliberações adotadas pelos diretórios estaduais.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso