Desde que a cena digital se estabeleceu na esfera social na Paraíba, sobressai a performance do senador e líder político Efraim Filho. Ele segue a trilha de seu pai homônimo, o ex-senador, alinhando, de uns tempos para cá, um perfil conservador e típico de uma oposição dura como há muito não se via.
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Em 2026, especificamente, ao pré-candidato ao Governo pelo PL, restou apenas a opção de assumir o estágio mais conservador possível de sua carreira na disputa estadual, ao aderir “de mala e cuia” ao projeto bolsonarista de Flávio Bolsonaro, fortemente oposicionista.
Diferença
Essa abordagem faz sentido porque, antes de radicalizar na ultradireita ideológica, Efraim Filho era mais maleável, convivendo com setores menos radicais e até com o ex-aliado progressista do passado, Ricardo Coutinho, de esquerda.
Na eleição para o Senado em 2022, por exemplo, ele não assumiu nem Bolsonaro nem Lula e chegou a derrotar o então ex-governador em face de desgastes éticos na época. Hoje os dois estão em campos opostos.
Segurança
Consta nas redes sociais a abordagem do pré-candidato do PL, que radicaliza no tema da Segurança Pública no estado, tratando a estrutura das polícias como se estivesse em um estágio diferente daquele apresentado pela propaganda oficial.
Ele chega a citar a menor remuneração das tropas em nível comparativo a outros estados e entra com força na pauta do deputado federal Cabo Gilberto, como oposição radical.
Em síntese, pelo tom exposto pelo senador e pré-candidato, a tática do momento é a do “pescoço para baixo, tudo é canela”. Tudo vai muito além do discurso, no qual ele ganha o apoio de conservadores, mas também perde devido à radicalidade. Eis a dura realidade.
Ele também tem realizado visitas ao interior do estado.
Última
“O olho que existe / é o que vê”
