Nesta terça-feira (31), durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que manterá a “chapa da vitória” e terá novamente Geraldo Alckmin (PSB) como seu candidato a vice-presidente na disputa pela reeleição.
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A decisão faz Alckmin se despedir do comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Diferente dos cargos de presidente e vice, que podem permanecer nas funções durante a campanha, a legislação eleitoral exige que ministros de Estado que pretendem concorrer a outros cargos sejam exonerados até o dia 4 de abril para evitar o uso da máquina pública.
Debandada na Esplanada
O anúncio de Alckmin é apenas a ponta do iceberg da reforma ministerial. Ao todo, pelo menos 18 ministros devem deixar o governo nos próximos dias. Segundo as informações, quatorze nomes já estão confirmados para a saída, enquanto outros quatro devem oficializar a decisão em breve.
Para mitigar a paralisia administrativa, Lula indicou que priorizará “soluções caseiras”, promovendo secretários-executivos ao cargo de titular. Ainda, o modelo já foi aplicado no Ministério da Fazenda com a saída de Fernando Haddad para disputar o governo de São Paulo, o braço direito da pasta, Dario Durigan, foi apresentado oficialmente como o novo ministro.