Os últimos momentos na vida de setores econômicos da Paraíba, a partir de João Pessoa, apontam para indicativos chamados pelo movimento denominado Farol do Desenvolvimento diante de números e/ou dados contrários aos indicativos dos empreendedores paraibanos apresentados em estudos.
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Na prática, pelo que apontam empresários como Irenaldo Quintans e José Carneiro Neto ( presidente do Farol), eles se inclinam contra o fim do modelo 6×1 argumentando prejuízos à economia.
NÚMEROS ATUAIS
Diferente do que dizem os empresários paraibanos, um estudo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelou que “66,8% dos vínculos trabalhistas no Brasil já seguem o modelo 5×2, com dois dias de descanso semanal. Isso representa cerca de 29,7 milhões de trabalhadores”.
Vamos reforçar: ao invés de só um dia descanso, já há em curso o modelo de 2 dias de descansos sem afetar a economia.
O QUE É
De acordo com dados, o levantamento, baseado em dados do eSocial e análises de produtividade da Fundação Getulio Vargas (FGV), também aponta que a escala 6×1 ainda está presente somente em aproximadamente um terço dos empregos formais no país.
CONCLUSÃO
Conforme o estudo, a redução da jornada de trabalho teria impacto médio de cerca de 4,7% na folha de pagamento das empresas, podendo variar conforme o setor. O relatório também indica que 72% das empresas que adotaram modelos com jornadas mais curtas registraram aumento de receita.
Por fim, de acordo com o MTE, mudanças na jornada podem trazer ganhos de produtividade e redução de custos indiretos, como absenteísmo e rotatividade. No entanto, o tema ainda gera debate entre especialistas e setores econômicos.
BOM SENSO, ALÉM DE USURA
É simples: os setores produtivos precisam acatar a necessidade da mão – de – obra puder existir dignamente e/ou minimamente.
ÚLTIMA
“O olho que existe / é o que vê”