Ao defender fidelidade do eleitor de Bolsonaro, Valdemar Costa Neto afirma que ex-presidente de direita é novo Che Guevara

O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, comparou o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro ao líder revolucionário argentino Ernesto "Che" Guevara.

Bolsonaro teve seu carisma comparado ao do revolucionário Che Guevara - Foto: Colagem/Anderson Costa/Portal WSCOM
Bolsonaro teve seu carisma comparado ao do revolucionário Che Guevara - Foto: Colagem/Anderson Costa/Portal WSCOM

O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, comparou o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro ao líder revolucionário argentino Ernesto “Che” Guevara. Durante evento em São Paulo, o dirigente afirmou, nesta segunda-feira (25), que o correligionário possui um carisma semelhante ao do médico que foi um dos principais líderes militares da Revolução Cubana de 1959.

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.

“A força de transferência do voto do Bolsonaro, o eleitor dele é fiel, e essas coisas estão fazendo com que ele vire um Che Guevara, que tinha um carisma como o do Bolsonaro e é lembrado até hoje. Tanto que o Fidel não sossegou enquanto não o colocou para fora de Cuba. Daqui a 30, 40 anos, do jeito que estão fazendo com Bolsonaro, você vai ver meninos com camiseta do Bolsonaro.”, afirmou Valdemar.

Ernesto “Che” Guevara (1928–1967) foi um médico, guerrilheiro e revolucionário argentino que se tornou um dos principais símbolos da luta socialista no século XX. Participou ativamente da Revolução Cubana ao lado de Fidel Castro, ocupando cargos de destaque no novo governo, como ministro da Indústria. Internacionalista convicto, defendeu a expansão da revolução pela América Latina e pelo mundo. Sua imagem e ideais de resistência transformaram-se em ícone cultural e político, ainda hoje alvo de admiração e controvérsias.

  • Formação em Medicina – Formou-se médico na Universidade de Buenos Aires em 1953, influenciado por viagens pela América Latina que despertaram sua consciência social.

  • Atuação na Revolução Cubana – Em 1956 uniu-se a Fidel Castro no Movimento 26 de Julho, tornando-se comandante guerrilheiro e figura central na vitória contra o regime de Fulgencio Batista em 1959.

  • Gestão em Cuba – Ocupou cargos estratégicos no governo cubano, como ministro da Indústria e presidente do Banco Nacional, defendendo reformas econômicas socialistas.

  • Internacionalismo revolucionário – Após deixar Cuba, tentou fomentar movimentos guerrilheiros no Congo e na Bolívia, acreditando na revolução continental.

  • Morte e legado – Foi capturado e executado em 1967, na Bolívia, pelo exército local com apoio da CIA, tornando-se ícone mundial da resistência e da luta anti-imperialista.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso