De uma vez só, a segunda-feira começou repleta de diversos fatos a comprovar entre outros fatores a força da estrutura governamental mudando o voto da prefeita de Bayeux e esposa de Felipe Leitão para João Avezedo gerando por isso e outras denúncias de Veneziano de uso da máquina do Governo num dia em que, por acidente apenas, a queda de um andaime na Ponte do Futuro deixou um operário morto.
Mas a manhã começou com suspense em torno de Cícero Lucena ao anunciar na véspera um pronunciamento que, ao invés de tratar de perdas ou ganhos de campanha, partiu para atacar o governo de Lucas pelos horrores produzidos pelo crime organizado, segundo o candidato adversário, por incapacidade da Segurança diante da decapitação de 3 pessoas.
Na prática, Cícero usou a tática invertendo narrativa da presença de facções próximo a pessoas a ele assumindo ferozmente duras críticas ao crime e ao governo por não combater à altura, conforme disse, a ousadia marginal do crime organizado. Mostrou intolerância. Ele até exagerou porque a Polícia tem agido.
O suspense e o foco foram jogadas certas relativamente e que deram visibilidade em tempo de muito nervosismo nas campanhas e candidatos, pois a guerra ampliou muito o seu tom.
LUCAS E O DEBATE
A ausência do candidato governador ao debate das rádios ARAPUAN nesta segunda-feira acabou servindo para todo o tempo tomado de duras críticas a ele pelos dois adversários instrumentalizados com argumentos a incomodar.
O mínimo dito pelos concorrentes é de que o governador precisa assumir as responsabilidades diante dos graves problemas da segurança e, segundo eles, ter coragem de debater os fatos reais de Governo com muitas fragilidades.
Em todas as áreas básicas, como Segurança, Saúde, educação, Infraestrutura – estradas, etc, o trunfo foi paus no lombo do governador que, longe de tudo isso, segue falando em avançar.
A FORÇA DA ESTRUTURA
Faltando poucos dias para a votação de 4 de outubro, agora é acompanhar milimetricamente a força da estrutura de governo diante das reações oposicionistas com menor poder de interferência estrutural.
Enquanto a base governista age para tentar resolver a parada no primeiro tempo, a Oposição reage como pode diante da super estrutura. Na reta final, o discurso de Cicero e Efraim cospe fogo.
LÉO É A INTERROGAÇÃO
Vale acompanhar como o prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, reagirá diante da pressão de Cícero e Veneziano para recuo no apoio dele a Nabor Wanderley, pois assim ameaça Veneziano, que tem Mateus Lucena como primeiro suplente.
ULTIMA
“O olho que existe / é o que vé”

