A cena político – partidária no estado da Paraíba expõe com clareza a força estratégica de Campina Grande na definição de rumos para o Estado. Ontem (sexta-feira) – dias depois de grande manifestação pro Lucas Ribeiro, eis que a Oposição liderada por Cícero Lucena/Diogo Cunha Lima, Veneziano Vital e André Gadelha ocupou as ruas comprovando estar na disputa pelo Poder.
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Para quem acompanha o processo eleitoral no estado, ficou patente a escolha fundamental de Cícero por Veneziano, Cunha Lima, Romero Rodrigues, Wellington Roberto e Tovar como estrutura política de competitividade real.
Em tempo: chama a atenção o desempenho do candidato Johny Bezerra como candidato a deputado federal reforçando muito Cícero e Vené.
DETALHES DE BASTIDORES
Ficou também patente de forma mais engajada a participação em particular de Romero Rodrigues como liderança incontestável em torno da Serra da Borborema, bem como dos Cunha Lima na parte liderada por Cássio – impedido relativamente de envolvimento partidário – Pedro, Diogo Ronaldinho / Savigny. Gerou impacto.
Efetivamente, esta realidade conjuntural será decisiva sabendo – se da força política e estrutural de Lucas Ribeiro liderando intenções de voto podendo até o 5 de outubro conviver com disputa mais acirrada pelos fatores expostos anteriormente.
Ontem (sexta-feira) isso ficou patente.
AINDA BRUNO
Há ainda a parte do prefeito Bruno Cunha Lima, mesmo com os desgastes de sua gestão a buscar interferir pro candidatura de Efraim Filho, porque a estrutura de poder municipal guarda sua influência.
É desse conjunto de fatores que vamos identificar a hipótese de segundo turno também a partir de Campina Grande. Neste caso só o tempo dirá.
Eis o resumo da ópera.
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“O olho que existe / é o que vê”