É duro, mas é situação grave a merecer atitude, Ainda hoje a sociedade convive com a degradação social de personagens em setores, como das artes e comunicação em João Pessoa, tal qual aconteceu anos atrás com o genial violonista Canhoto da Paraíba – inspirador de Lei estadual – por ter convivido nos últimos dias com a miséria a partir de Recife.
Vamos precisar tocar novamente numa ferida social em nível atual a exigir urgentemente do prefeito Léo Bezerra a sanção da Lei Carlos Aranha porque a incidência de graves problemas continua ameaçando nossa Gente das artes e da comunicação enfrentando problemas para sobrevivência.
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Felizmente nesta atual fase, o presidente da FUNJOPE, Marcus Alves, o vereador Odon Bezerra – autor da Lei Carlos Aranha – e o deputado estadual Hervazio Bezerra estão empenhados em construir com o prefeito meios de formalizar o amparo em tempo aos artistas e comunicadores vivendo na miséria.
FATOS ALÉM DE REGISTROS
Recentemente, por exemplo, o extraordinário artista Escurinho precisou reunir artistas numa mobilização para ajudá-lo a enfrentar problemas de saúde e até sobrevivência, cuja dura realidade envolve mais gente.
Nos últimos tempos, precisamos abordar / atentar para oferecer em nível de Capital modelo parecido com a Lei estadual Canhoto da Paraíba adotando a Lei Carlos Aranha já aprovada na Câmara Municipal visando abrigar com 2 Salários Mínimos 60 integrantes da Cultura e Comunicação comprovadamente em fragilidade social enfrentando até problemas de sobrevivência.
O DRAMA DA VIDA REAL
Também recentemente, a multimídia e mais importante apresentadora de TV, Tereza Madalena, morreu com situação frágil e com problemas sendo atendida no SUS / Hospital São Vicente de Paula, mesmo ela sendo personalidade a conviver com a Elite pessoense – campinense.
Carlos Aranha, Jadir Camargo, Parrá, Jorge Blau Silva, Gustavo Magno são alguns dos nossos talentos convivendo com sérios problemas de sobrevivência nos seus últimos dias. Na atualidade, a lista é muito maior.
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“O olho que existe/ é o que vê”

