São os dados que desmascaram – Cena 1, como fato comprovado: o diretor Cyris Nowrasteh e o ator americano Jom Caviezel do filme “Darl House” sobre Bolsonaro, assim como Mário Frias, ex-ministro de Cultura – todos com envolvimento na produção, têm repetido insistentemente que não receberam recursos de Daniel Vorcaro.
Cena 2 – o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), admitiu que Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), é pessoa de confiança do irmão e era gestor do fundo que recebeu recursos de Vorcaro para o filme sobre o pai.
Cena 3 – dados também comprovados revelam que R$ 61 milhões ( US 10,6 milhões ) foram repassados pelo banqueiro Daniel Vorcaro (do Banco Master) para um fundo americano. Segundo as investigações, esse fundo tem como administrador o advogado Paulo Calixto, que também atua na defesa e em questões legais de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
CONCLUSÃO DIANTE DOS FATOS
Se os dados comprovam que, se a produção do filme não recebeu nada de Vorcaro e este repassou os valores para Fundo administrado por advogado de Eduardo Bolsonaro – é óbvio comprovadamente concluir que os recursos pedidos por Flavio a Vercaro serviram na realidade para bancar os atos anti-patrióticos de patrocínio de Eduardo Bolsonaro em favor da ampliação das tarifas ao Brasil, punição a ministros do STF e em defesa em pleno EUA da anistia para seu pai.
CONCLUSÃO
Em síntese, de maio a outubro de 2025, Eduardo Bolsonaro com Paulo Figueiredo precisavam dos R$ 61 milhões para manter nos EUA a campanha contra o Brasil – tarifas elevadas, punição ao STF e anistia para seu pai. Simples assim. Conclusão: seu advogado assegurou os recursos necessários advindos de Vorcaro.
Eis o resumo da ópera.
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