Nos 56 anos do Golpe de 1964, a imperiosa necessidade da Democracia, ainda a reclusão pelo Coronavírus e o sentido da vida diante do AVC de Ivan Burity
Em pleno 31 de março de 2020, 56 anos depois do Golpe Militar de 1964, exceto em setores localizados no âmbito militar nutridos pelo presidente Jair Bolsonaro, não há nenhuma saudade dos tempos sombrios no Brasil porque nada é mais importante do que a Democracia abrigando contraditório e o revezamento do Poder à base dos processos eleitorais continuados.
Dito e constatado isso, o Brasil e a Paraíba velha de Guerra vivem os efeitos da Quarentena deixando milhões sob isolamento para buscar a superação de uma fase histórica estranha e sem igual ao longo da vida humana.
Mas há, sem dúvidas, a projeção de muita quebradeira devendo ampliar o desemprego, hoje na casa dos 12,5 milhões, para um patamar muito maior do que esperamos.
DIANTE DE IVAN BURITY, PARA QUE SERVE A VIDA?
Os mistérios da vida podem ser diagnosticados com o caso nesta terça-feira do advogado Ivan Burity, procurador do Estado, ex-secretário de Turismo, jovem ainda, que se viu diante de um AVC quando estava em plena atividade física.
Não se trata de nada senão da fatalidade numa cena de atleta de que pouco serviu para estancar tamanho problema de saúde a partir de agora.
É diante deste fato, frente ao significado da vida vivida pelo irrequieto executivo com acúmulo de experiência e de bens a fazê-lo com saldo muito acima de tantos, que chega a antiga pergunta de sempre:
– Para que serve o orgulho besta em tantos na vida, se a qualquer momento um imprevisto desta natureza pode interromper vaidades absolutas para nada? – indaga-se sabendo que Ivan não era afeito a exibicionismo.
SÍNTESE
Basta olhar ao lado, um pouco atrás até vendo Marcelo Piancó indo embora para atestar que é preciso viver intensamente como se não houvesse amanhã, parodiando a canção porque da vida não se leva nada.
É isto! Ditadura nunca mais.
Escrito por: construirsites
