A campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá um grande evento em Campina Grande na próxima terça-feira, além de uma estratégia de mobilização dividida por regiões da Paraíba e atuação intensificada nas redes sociais. O planejamento foi detalhado pelo senador eleito João Azevêdo (PSB), após reunião de partidos e lideranças da base aliada nesta terça.
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Segundo João, a articulação do segundo turno no estado ficará sob a coordenação do governador reeleito Lucas Ribeiro (PP), que contará com uma equipe formada por representantes das forças políticas envolvidas na campanha.
“Para que a gente possa já, terça-feira, um grande evento em Campina Grande, mobilizando todos os prefeitos, vereadores, lideranças, deputados federais, estaduais, lideranças políticas, que a gente faça um grande evento terça-feira”, afirmou João.
Frente digital
Outra frente definida é a ampliação da campanha no ambiente digital. “E começar já o trabalho nas mídias sociais de cada um. Eu agora mesmo já tô saindo aqui para gravar alguns vídeos, algumas coisas que nós vamos postar nas redes sociais, que é fundamental que a gente faça isso”, declarou.
A estratégia também prevê uma divisão das ações por regiões do estado. Um grupo foi criado para organizar as mobilizações e iniciou os trabalhos ainda nesta quarta-feira (7).
“Foi criado um grupo e esse grupo vai começar a trabalhar a partir de hoje já nessa organização da mobilização por região. É uma campanha muito curta, só são aí 16 dias, 18 dias, e a gente não tem tempo para perder”, disse.
João classificou a reunião como “extremamente produtiva, objetiva” e confirmou o papel de Lucas na condução da campanha. “A coordenação desse segundo turno para a campanha do presidente Lula será feita pelo governador Lucas Ribeiro e todos os partidos, evidentemente, trabalhando junto numa grande unidade”, afirmou.
O senador eleito também disse que eventuais posições nacionais do Progressistas e do União Brasil não alterarão o posicionamento adotado pela base na Paraíba.
“Na Paraíba não muda absolutamente nada. […] A posição do Progressistas e União Brasil nacionalmente não interfere na decisão estadual.

