Lídia Moura classifica de “violenta” e “grave” fala etarista de Bruno Farias contra João Azevêdo e defende acionamento do Ministério Público

A pré-candidata a deputada federal e ex-secretária de estado das Mulheres e da Diversidade Humana, Lídia Moura (PSB), condenou o discurso etarista do secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de João Pessoa, Bruno Farias, contra o pré-candidato a senador da República, João Azevêdo (PSB). Lídia classificou as declarações do ex-vereador como “gravíssimas, violentas e “desrespeitosas” e defendeu o acionamento do Ministério Público pelas declarações preconceituosas.

A fala da ex-secretária ocorre após o secretário Bruno Farias afirmar ter “dificuldade de votar em uma pessoa que enxerga o Senado como um pijama de seda, uma pantufa e uma cadeira de papai” ao se referir ao ex-governador João Azevêdo.

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Lídia pontuou que o etarismo é uma das piores formas de preconceito e lamentou a postura preconceituosa de Bruno Farias. “Esse etarismo e atitude desrespeitosa do secretário são direcionados ao governador mais bem avaliado da história da Paraíba, com mais de 70% de aprovação, que está à frente de todas as pesquisas para contribuir com o Brasil no Senado Federal e, ainda assim, ele é afetado por essa violência absurda. Se o ex-vereador tem essa visão de um profissional altamente capacitado e de uma pessoa altamente produtiva em função de toda a sua história de vida, como governador e pré-candidato a senador, imagina o que ele pensa do cidadão simples, que ele acha que a vida termina nisso”, questionou.

A pré-candidata a deputada federal também defendeu o acionamento do Ministério Público contra Bruno Farias. “O Ministério Público é o órgão responsável pelos direitos difusos e coletivos, incluindo as garantias das pessoas idosas, e deve ser acionado diante da gravidade do que foi dito . A tentativa dessa pessoa nada mais é do que reduzir o pré-candidato ao Senado a uma condição de inferioridade frente aos outros pré-candidatos. Eu espero que o Ministério Público possa tomar as providências cabíveis para a garantia dos direitos das pessoas idosas”, sustentou.

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