O deputado estadual Wilson Filho indicou que o nome do candidato a vice do governador Lucas Ribeiro (PP) na campanha deste ano só deverá ser definido muito perto da data da convenção partidária em que será anunciada a chapa completa do agrupamento governista. Conforme Wilson, é natural que o Republicanos e outras legendas que compõem a base de Lucas sejam especuladas como a origem do nome que ocupará este espaço, mas que esta construção precisa ouvir e respeitar todos os aliados.
Para Wilson também é natural que muitas lideranças pleiteiem a posição de vice de Lucas para a disputa deste ano, visto que, segundo ele, o governador seria o favorito para vencer o pleito deste ano. “Qualquer partido, PT ou qualquer outro pode reivindicar participação na chapa, é natural. Lucas será o grande favorito nessa disputa eleitoral e quando alguém é favorito, nós sabemos que a posição de vice será disputada. Nosso problema não é nome, nosso problema é tempo”, afirmou o parlamentar.
Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.
Conforme o deputado estadual, a própria política não permite que se adiante de forma antinatural o debate acerca do nome do próximo vice-governador, visto que costumeiramente esta definição só se dá muito perto das convenções para ocorrer de forma a preencher todo o desejo do agrupamento.
“Não será uma decisão de partido, o Republicanos já tem um representante na chapa, é Nabor Wanderley, se algum nome do partido puder contribuir também na vice será uma honra, mas o debate será sobre nomes e estratégia eleitoral”, afirmou o deputado estadual.
Questionado sobre a indicação feito pelo deputado Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba e vice-presidente estadual do Republicanos, de que Wilson Filho seria o melhor nome para presidir a Casa de Epitácio Pessoa no próximo biênio representando o Republicanos, o parlamentar confirmou se sentir honrado com o pronunciamento do correligionário, mas entende que é necessário construir a própria figura ante aos companheiros de plenário. Wilson porém destacou que qualquer diálogo acerca da composição da mesa diretora da ALPB só deverá ocorrer após as eleições, quando já se saberá quem serão os nomes que seguirão compondo a Casa.